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China increases purchases and Brazil exports 10% more beef in November, says Abrafrigo

China increases purchases and Brazil exports 10% more beef in November, says Abrafrigo

Purchases of beef from Brazil by China returned to growth and were decisive for the result of exports of the Brazilian product in November. The information was released, on Monday (7/12), by the Brazilian Refrigerators Association (Abrafrigo). According to the entity, total external sales of the Brazilian product grew 10% compared to November 2019.

O levantamento foi feito com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia. O Brasil embarcou 197,852 mil toneladas de carne bovina in natura e industrializada em novembro. No mesmo mês no ano passado, foram 180,214 mil. A receita, na mesma comparação, aumentou 15%, de US$ 841,9 milhões para US$ 844,8 milhões.

China imported 123,000 tonnes in November alone, according to the organization. In the accumulated result of the first eleven months of the year, the exported volume totaled 1.848 million tons, 9% more than in the same interval in 2019, when shipments totaled 1.701 million tons. Exporters' revenues increased 14% in the period, from US $ 6.8 billion to US $ 7.7 billion.

In total, 82 countries increased their purchases while another 90 reduced purchases”, Says the statement released by the Association.

De acordo com a Abrafrigo, a China foi responsável por 57,9% da exportação de carne bovina brasileira neste ano. De janeiro a novembro do ano passado, essa participação estava em 43,2%. Os porcentuais incluem também as compras feitas por Hong Kong, que somaram 1,071 milhão de toneladas no período.

After China, the biggest buyer was Egypt, with 122,753 tons (-23.7% compared to 2019). The third was Chile, with 56,373 tons (-21.1%); fourth was Russia, with 56,373 tonnes (-14.8%). Fifth on the list, the United States increased purchases to 54,384 tonnes (+ 52.6%). Next came Saudi Arabia with 38,584 (-1%) and United Arab Emirates (38,137 (-45.3%).

Source: https://revistagloborural.globo.com/Noticias/Criacao/Boi/noticia/2020/12/china-aumenta-compras-e-brasil-exporta-10-mais-de-carne-bovina-em-novembro-diz-abrafrigo.html

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Corn exports from Brazil rise 44% in the first week of December

Corn exports from Brazil rise 44% in the first week of December

Brazilian corn exports reached a daily average of 286.2 thousand tons in the first week of December, which represents a pace 44.3% higher than the average of 198.3 thousand tons per day recorded in the full month of last year, indicated data published today by the Secretariat of Foreign Trade (Secex).
In the last week, the country shipped 1.14 million tonnes of cereal, against 4.16 million tonnes in the entire month of December 2019, according to government figures.

Brazilian soy exports, in turn, remained well below the average of the last month of the previous year, after the huge shipments of 2020 were concentrated in previous months. According to Secex, an average of 30,100 tonnes of the oilseed were exported per day a week, compared to an average of 155.7 thousand tonnes per day in December last year.

Regarding the extractive industry, iron ore shipments reached a daily average of 1.6 million tons until the first week of the month, an increase of 35.7% compared to the average for December 2019.

Source: https://economia.uol.com.br/noticias/agencia-brasil/2020/12/07/exportacao-de-milho-do-brasil-sobe-44-na-primeira-semana-de-dezembro.htm

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In the relationship with China, Brazil's biggest partner, the challenge is to seek a balanced trade balance

In the relationship with China, Brazil's biggest partner, the challenge is to seek a balanced trade balance

Brasília – Com uma perspectiva de retomada econômica acelerada no pós-crise da pandemia do novo coronavírus, a China, que já é o principal mercado externo do Brasil, cresce em relevância para a indústria brasileira.

Mas é necessário equacionar o descompasso na balança comercial com o mercado chinês: enquanto a maior parte das exportações brasileiras para esse parceiro comercial é de produtos básicos, as importações são quase exclusivamente de produtos industrializados.

A China é destino de nada menos que 47% dos produtos básicos brasileiros. Um olhar sobre as vendas do Brasil para o país asiático mostra que 89% da pauta de exportação são de produtos básicos, sobretudo soja, minério de ferro e carne bovina.

A busca por esse equilíbrio nas relações comerciais passa também por uma postura proativa do governo brasileiro para retirar barreiras impostas pela China aos nossos produtos.

Monitoramento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mapeou sete barreiras que o país asiático levantou contra a indústria brasileira. São barreiras que prejudicam as exportações de produtos que vão desde o frango, o café e o suco de laranja, passando pelos cosméticos e pelo couro, até as rochas e a comida para pets.

Para o café, por exemplo, o governo chinês promove uma escalada tarifária que inibe a exportação de produtos de maior valor agregado para o mercado doméstico da China. Enquanto a tarifa para o grão é de 8%, para a essência de café é de 32%.

No caso de cosméticos, o governo da China exige testes compulsórios em animais para pedidos de licença administrativa de novos ingredientes de cosméticos e produtos cosméticos importados.

Em razão disso, o Brasil tem exportado volumes reduzidos ao longo dos anos. O market share brasileiro sempre se manteve inexpressivo, abaixo de 0,01%, entre 2013 e 2018.

“Essas barreiras, além de aumentarem consideravelmente ano a ano, se tornam, a cada dia, mais sofisticadas e de difícil identificação”, afirma o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi.

As práticas que não respeitam as regras da Organização Mundial de Comércio (OMC) são outro desafio que o Brasil precisa enfrentar na relação com a China.

Para se ter ideia, estudo da CNI mostra que, apenas em 2019, o Brasil importou US$ 5 bilhões em produtos chineses cujos subsídios são combatidos por outros países por meio de medidas compensatórias, mas não pelo próprio Brasil.

Na prática, isso significa que esses bens entraram no país com preço abaixo do praticado no mercado por artifícios não aceitáveis no comércio, numa concorrência desleal, com impacto negativo sobre a produção industrial, o investimento e o emprego no Brasil.


Equilíbrio na balança comercial com a China passa pela redução do Custo Brasil

Para especialistas e empresas ouvidos pela Agência CNI de Notícias, o grande dever de casa do Brasil para reduzir a assimetria na balança comercial com a China é enfrentar, de forma assertiva, a agenda de redução do custo Brasil.

Reformas como a tributária são fundamentais para a competitividade dos produtos brasileiros e para as empresas ampliarem as exportações de manufaturados e os investimentos na China e no restante do mundo.

“Parte da agenda para equilibrar as relações com a China tem a ver com a nossa competitividade, mas outra diz respeito à retirada de barreiras impostas pelo país asiático”, diz Abijaodi.

Eduardo de Nóbrega, diretor das operações da WEG na China, afirma que o desequilíbrio da balança comercial está relacionado às disfuncionalidades da economia brasileira.

“O Brasil poderia ser um grande exportador de produtos de alto valor agregado, se tivéssemos um sistema tributário mais justo e equilibrado”, diz.

Ele considera que exportação de produtos de maior valor agregado é penalizada no Brasil em razão de um sistema tributário marcado pela acumulação de resíduos tributários na cadeia. Ou seja, quanto mais se agrega valor, mais se acumula tributos.

A WEG iniciou suas atividades na China em 2004, com a aquisição da unidade fabril de Nantong, produtora de motores elétricos trifásicos de baixa e alta tensão. Desde então, a empresa ampliou suas operações no país com a compra de três empresas (Yatong, CMM e Ecovi), em 2014, e um investimentogreenfieldem Rugao, em 2015.

No ano passado, a WEG inaugurou sua primeira fábrica dedicada a produtos para automação industrial, emChangzhou (Jintan disctrict), província de Jiangsu.

“Atualmente, temos 1.910 colaboradores no país. Em 2020, aproximadamente 45% da nossa receita está vindo das exportações, principalmente para Europa, Oceania, Sudeste Asiático e África”, afirma o diretor.

(*) Com informações da CNI

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Container handling at the Port of Santos, SP, breaks record in October

Container handling at the Port of Santos, SP, breaks record in October

The Port of Santos, on the coast of São Paulo, registered the largest movement of containers for the month of October, in 2020. There were 4.3 million tons, an increase of 0.2% over the previous record, reached in the same month in 2019. The data were released by the Santos Port Authority (SPA), the Santos Port Authority.

According to the survey, the performance reflects the beginning of the economic recovery during the pandemic. According to the SPA, in October, 383,933 TEU were handled (standard measure for the 20-foot container). In tonnage, containerized cargo also broke a record for the month, with 4.3 million tons.

There was also a highlight for the transportation of cargoes of soy and sugar, with 21.1 million and 20.1 million tons, respectively, with increases of 19.9% ​​and 68.1%. There was also an increase in the movement of cellulose, with 4.7 million tons and an increase of 16%, and soybean meal in bulk, with 5.8 million tons and growth of 15%.

"The movement of containers was greatly affected by the pandemic, with the reduction in ship travel and less industrial production, but the numbers point to a recovery in demand in Brazil and in the world", pointed out SPA president, Fernando Biral.

Cargo handling in general, during the month of October, fell by 3.1% compared to 2019, with 12.4 million tons. There was a drop in the transport of solid vegetable bulks and in the export of sugar.

In 2020, the accumulated movement of the year registered 122.5 million tons, an increase of 8.7% in the annual base and a record for the ten-month period. The result was driven by exports, which reached 90.4 million tons, up 13.3%. Imports, on the other hand, registered a decrease of 2.5%, a total of 32.2 million tons.

Source: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/porto-mar/noticia/2020/11/28/movimentacao-de-conteineres-no-porto-de-santos-sp-bate-recorde-em-outubro.ghtml

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Exportações de automóveis na RMC sobem 176,6% em outubro

Exportações de automóveis na RMC sobem 176,6% em outubro

Em alta pelo quarto mês consecutivo, setor contraria cenário comercial da região, que vem acumulando quedas nas vendas ao exterior

A venda de automóveis ao exterior por montadoras da RMC (Região Metropolitana de Campinas) cresceu 176,6% em outubro, comparando-se ao mesmo mês de 2019. A recuperação do setor, que apresenta números positivos pelo 4º mês consecutivo, contraria o panorama comercial da região, marcado por quedas seguidas das exportações. Em outubro, o volume exportado de US$ 317,5 milhões foi 16,2% menor em relação ao mesmo período do ano passado.

O resultado das exportações, que não foi pior graças ao aumento relevante na venda de veículos automotivos (176,6%), açúcar (130,4%), carne, miudezas ou sangue (48%), fios e cabos (21%), e agroquímicos (4,79%), teve como principais baixas produtos como polímeros, peças e acessórios para veículos, e medicamentos, que registraram em suas transações, respectivamente, reduções de 59%, 37% e 21%, sempre na comparação com o mesmo período de 2019.

Como reflexo do desaquecimento econômico global provocado pela pandemia de coronavírus, as importações da RMC também vêm sofrendo, ao longo de 2020, seguidas diminuições. No mês de outubro, o decréscimo em relação ao ano passado foi de 19,2% após o volume importado ter atingido US$ 1,1 bilhão. A variação negativa pode ser explicada pelas quedas na compra de peças e acessórios para veículos (-41%), compostos heterocíclicos de nitrogênio (-33%), agroquímicos (-26%), aparelhos elétricos (-25,6%) e circuitos eletrônicos integrados (-20,3%).

Desde janeiro, as importações na região somam 10 bilhões de dólares, enquanto as exportações totalizam 2,79 bilhões. Com isso, o déficit comercial da RMC é de US$ 7,2 bilhões no acumulado do ano, superior ao déficit estadual de US$ 4,08 bilhões. O Estado de São Paulo teria alcançado um superávit não fosse o resultado da balança comercial na Região Metropolitana de Campinas.

De acordo com o estudo do Observatório PUC-Campinas, realizado a partir da extração e análise dos dados fornecidos pelo Ministério da Economia, o desempenho comercial da RMC indica um cenário de queda de atividade para a maioria dos segmentos da indústria, sobretudo os ligados à fabricação de eletrônicos e aparelhos telefônicos. O setor automobilístico, apesar da ascensão das exportações de automóveis nos últimos meses, ainda segue prejudicada no ano.

Responsável pelas análises, o economista Paulo Oliveira afirma que, embora a região apresente um déficit estrutural, os números atuais refletem consequências da covid-19. Ao longo de 2020, as exportações da RMC caíram para nove dos dez principais mercados de destino. A exceção é a China. Pelo lado das importações, o cenário é o mesmo, com aumento nas compras somente da Índia.

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Exportação brasileira de milho em novembro chega à 2,71 milhões de toneladas e já é 47% do previsto para o mês

Exportação brasileira de milho em novembro chega à 2,71 milhões de toneladas e já é 47% do previsto para o mês

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, por meio da Secretaria de Comércio Exterior, seu relatório semanal que aponta as exportações acumuladas de diversos produtos agrícolas até o final da segunda semana de novembro.

Somente nesses 9 dias úteis do mês, o Brasil exportou 2.271.076,1 toneladas de milho não moído. Este volume já representa um acréscimo de 1.111.411,7 com relação à semana anterior e já é 44,04% de tudo o que foi embarcado durante o mês de outubro inteiro (5.156.818 toneladas).

Com isso, a média diária de embarques ficou em 252.341,8 toneladas, patamar 2,13% menor do que a média do mês passado (257.840,9 toneladas). Em comparação ao mesmo período do ano passado, a média de exportações diárias ficou 22,79% maior do que as 205.514,2 do mês de novembro de 2019.

Em termos financeiros, o Brasil exportou um total de US$ 412.310,8 no período, contra US$ 697.921,9 de todo novembro do ano passado. Já na média diária, o atual mês contabilizou acréscimo de 31,28% ficando com US$ 45.811,3 por dia útil contra US$ 34.896,1 em novembro do ano passado.

Já o preço por tonelada obtido registrou elevação de 6,92% no período, saindo dos US$ 169,80 do ano passado para US$ 181,50 neste mês de novembro.

Na última semana, a Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais) elevou sua estimativa de exportação de milho no mês de novembro para 4,8 milhões de toneladas ante as 4,15 milhões esperadas anteriormente.

Para chegar neste volume, a país ainda terá que embarcar mais 2.528.923,9 toneladas nos próximos 11 dias úteis do mês. Caso mantenha a média diária de exportação o volume poderá ser ainda maior.

De janeiro a outubro, os principais destinos das 26.273.672 toneladas de milho brasileiro foram Japão (13%), Irã (12%), Vietnã (8,7%), Espanha (8,4%) Egito (8,1%), Taiwan (7,8%) e Coréia do Sul (6,7%). Já nas origens, o cereal brasileiro exportado veio, em sua maioria, do Mato Grosso (63,7%), seguido de Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e Maranhão.

Source: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/milho/273732-exportacao-brasileira-de-milho-em-novembro-chega-a-271-milhoes-de-toneladas-e-ja-e-47-do-previsto-para.html

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Logistics for the flow of Brazilian agribusiness products presents bottlenecks

Logistics for the flow of Brazilian agribusiness products presents bottlenecks

O Brasil ainda enfrenta dificuldades para escoar a produção agrícola, principalmente porque, na maior parte das vezes, o transporte rodoviário é a única opção.

No Centro-Oeste, as áreas de cultivo se estendem além do horizonte. A região é a mais produtiva do país, mas para escoar as safras, as alternativas são poucas.

O agricultor Laércio Lenz usa a BR-163 para transportar a soja que produz em Sorriso. É a única rota no norte de Mato Grosso. “Leva uma boa quantidade do nosso recurso aí, eu creio que em torno de 15% a 20% a gente está perdendo na questão frete. E por que que é esse valor tão alto? Porque nós temos simplesmente transporte rodoviário”, explica.

Segundo a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária, 85% dos grãos produzidos no Brasil são transportados por rodovias e, além dos problemas como buracos, falta de sinalização e trechos de pista simples, faltam também opções para escoar a produção. Hoje o país é interligado por 30 mil quilômetros de ferrovias, praticamente o mesmo tamanho que o país tinha em 1930. Para se ter ideia, nos Estados Unidos, principal concorrente do agro brasileiro, são quase 300 mil quilômetros de linhas férreas, e isso tem um custo. Agricultores brasileiros pagam o dobro do valor para exportar uma tonelada da soja.

“Nós temos, no Brasil, o frete mais caro do mundo em termos de commodities. Por que? Porque nós usamos caminhão. Nós gastamos U$ 110 para colocar na China. E os Estados Unidos gastam U$ 56. Então nós basicamente estamos perdendo U$ 50 por não termos uma logística adequada ao transporte de commodities”, afirma o coordenador do Movimento Pró-Logística (MT), Edeon Vaz.

O Ministério da Infraestrutura prevê a aplicação de cerca de R$ 250 bilhões em investimentos privados e públicos para a construção e ampliação de ferrovias, rodovias, portos e aeroportos no país até 2022.

Entre as obras aguardadas estão a Ferrovia Norte-Sul, entre o Porto de Itaqui, no Maranhão, e o de Santos, em São Paulo; a ferrovia de integração do Centro-Oeste, que vai na direção oeste-leste, podendo chegar a Bahia; e a Ferrogrão, que pretende alcançar os portos do Pará.

Outro projeto esperado é a Ferronorte, que vai ligar o norte ao sul de Mato Grosso. A região já tem terminais ferroviários administrados por concessão.

“A gente carrega aproximadamente 70 mil toneladas de grãos todos os dias daqui em direção a São Paulo, é o equivalente a um navio de grão por dia saindo daqui, do Mato Grosso, indo em direção a Santos. É como se a cada dia, o produtor rural abrisse a sua janela e visse de um lado a sua lavoura florescendo e do outro, o porto de Santos exportando todas as suas commodities mundo a fora”, explica o diretor de Portos e Terminais da Rumo, Fabricio Degani.

Para a CNA, é importante também integrar rodovias e ferrovias às hidrovias para diminuir custos. Segundo a confederação, hoje apenas um terço dos rios brasileiros que tem capacidade para transporte em grande escala, é usado.

No Arco-Norte, produtores tiverem uma redução de quase 30% no preço do frete após o fim dos atoleiros na BR-163. A pavimentação foi feita pelo Exército, e a estrada passou a ser usada pelos produtores para transportar grãos de Mato Grosso até o Rio Tapajó, no Pará.

“Foi possível observar uma redução de custos no transporte de grãos, principalmente da soja e do milho, em cerca de 26%. Apenas com a conclusão de uma rodovia que encurtou o caminho até um terminal portuário”, explica Elisângela Lopes, coordenadora de Assuntos Estratégicos da CNA.

Hoje o Brasil produz mais de 250 milhões toneladas de grãos e, para o professor de Agronegócio Marcos Jank, a volta dos investimentos em transporte no país pode resolver um dos últimos gargalos para que o Brasil se torne uma liderança no agronegócio no mundo. “A agricultura nossa já há algum tempo é mais eficiente que a de outros países. A agroindústria é relativamente semelhante e o transporte era menos eficiente. E o que vai acontecer e essa é uma revolução silenciosa, é que nós vamos ter um grande incremento na qualidade e no número de ferrovias e hidrovias disponíveis para transportar essa revolução agrícola que já tinha acontecido”, afirma o especialista em agronegócio global.

“Então no Brasil, que é um país de grandes dimensões territoriais, nós temos que aproveitar da integração destes modos de transporte com o intuito de reduzir os custos, porque da porteira para dentro, nós somos competitivos”, afirma Elisângela Lopes.

Source: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/10/31/logistica-de-escoamentos-dos-produtos-do-agronegocio-brasileiro-apresenta-gargalos.ghtml

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Dollar outflow exceeds entry by $ 19.364 billion in the year until the 23rd, says BC

Dollar outflow exceeds entry by $ 19.364 billion in the year until the 23rd, says BC

O fluxo cambial do ano até 23 de outubro ficou negativo em US$ 19,364 bilhões, informou nesta quarta-feira, 28, o Banco Central. Em igual período do ano passado, o resultado era negativo em US$ 19,743 bilhões. Os dados anuais refletem, em grande parte, os efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre o fluxo de moeda estrangeira, em especial no mês de março.

A saída pelo canal financeiro neste ano até 23 de outubro foi de US$ 51,896 bilhões. O resultado é fruto de aportes no valor de US$ 380,086 bilhões e de envios no total de US$ 431,982 bilhões. O segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.

No comércio exterior, o saldo anual acumulado até 23 de outubro ficou positivo em US$ 32,531 bilhões, com importações de US$ 125,627 bilhões e exportações de US$ 158,158 bilhões. Nas exportações estão incluídos US$ 20,734 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 55,758 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 81,667 bilhões em outras entradas.

Outubro

Depois de encerrar setembro com saídas líquidas de US$ 3,482 bilhões, o País registrou fluxo cambial positivo de US$ 667 milhões em outubro até o dia 23, informou o Banco Central.

O canal financeiro apresentou entradas líquidas de US$ 310 milhões no período. Isso é resultado de aportes no valor de US$ 24,110 bilhões e de retiradas no total de US$ 23,800 bilhões.

No comércio exterior, o saldo de outubro até o dia 23 é negativo em US$ 977 milhões, com importações de US$ 9,514 bilhões e exportações de US$ 8,538 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 843 milhões em ACC, US$ 2,500 bilhões em PA e US$ 5,194 bilhões em outras entradas.

Semana

O fluxo cambial registrado na semana passada (de 19 a 23 de outubro) para o Brasil ficou positivo em US$ 389 milhões, informou o Banco Central. O destaque foi o dia 21, quarta-feira, quando US$ 1,065 bilhão líquidos entraram no País.

O canal financeiro apresentou entrada líquida de US$ 1,472 bilhão na semana, resultado de aportes no valor de US$ 8,258 bilhões e de envios no total de US$ 6,785 bilhões.

No comércio exterior, o saldo na semana passada ficou negativo em US$ 1,084 bilhão, com importações de US$ 3,565 bilhões e exportações de US$ 2,482 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 304 milhões em ACC, US$ 567 milhões em PA e US$ 1,610 bilhão em outras entradas.

Fonte: https://www.istoedinheiro.com.br/saida-de-dolar-supera-entrada-em-us-19364-bi-no-ano-ate-dia-23-diz-bc/

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After dredging work is completed, the port of Rio Grande will receive larger ships

After dredging work is completed, the port of Rio Grande will receive larger ships

O Porto de Rio Grande (RS) passará a receber navios de até 366 metros de comprimento após a conclusão de obras de dragagem que duraram dois anos, com investimento federal de R$ 500 milhões. O novo calado foi homologado em cerimônia na segunda-feira. Em nota, o governo do Estado informou que, graças à remoção de mais de 16 milhões de metros cúbicos de sedimentos, o calado operacional do chamado canal interno, onde estão os terminais portuários mais importantes e com o maior fluxo de cargas, aumentou de 12,8 para 15 metros. A profundidade do calado, que era de 14,2 metros, passou a ser de 16,5 metros.

Also according to the note, the handling capacity starts to meet international navigation standards. The port will be able to receive vessels of up to 366 meters, an increase of 29 meters in relation to the previous capacity, of 337 meters.

The state government has pledged to meet the demand from investors for permanent dredging. “We are setting up a term of reference so that, in the first half of next year, we can begin to make an investment of R $ 30 to R $ 40 million per year in dredging in the port, permanently guaranteeing the cargo of ships arriving and leaving the port. RS ”, said the Governor of the State, Eduardo Leite (PSDB), in the note.

Segundo o superintendente dos Portos do Rio Grande do Sul, Fernando Estima, em virtude do compromisso, foi possível homologar o novo calado com 15 metros, e não com os 14 metros inicialmente previstos. “É a primeira vez que é homologado, isso quer dizer que, com a certificação da Marinha, que é a autoridade portuária, nós conseguimos garantir fretes mais baratos e seguros. Isso atrairá armadores internacionais e mais cargas”, afirmou Estima. “Com o novo calado, o porto do Rio Grande se incorpora à rota das grandes viagens internacionais e se solidifica como um grande ponto de parada do País e da América Latina”, disse o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, que compareceu à cerimônia.

Os terminais privados que operam contêineres, granéis agrícolas, fertilizantes, cargas petrolíferas e petroquímicas no Porto de Rio Grande movimentam mais de 40 milhões de toneladas por ano – a capacidade instalada é de 50 milhões. O secretário de Logística e Transportes do Rio Grande do Sul, Juvir Costella, disse que junho foi o melhor mês da história do porto, com movimentação de mais de 4,4 milhões de toneladas em 30 dias. O primeiro semestre foi o segundo melhor em total de cargas, com 19,9 milhões de toneladas, aumento de 6,97% ante igual período de 2019.

Source: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/logistica/272304-logistica-apos-conclusao-de-obra-de-dragagem-porto-de-rio-grande-recebera-navios-maiores.html

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Import of chemical products rises 10.2% in September, points out Abiquim

Import of chemical products rises 10.2% in September, points out Abiquim

Imports of chemical products had a considerable increase in September, 10.2% compared to August, and reached US$ 3.7 billion, according to a foreign trade report by the Brazilian Chemical Industry Association (Abiquim). At the same time, exports had a slight increase, of 1.5% on the same comparative basis, to US$ 871.4 million.

The most imported chemical products continue to be intermediaries for fertilizers, with foreign purchases of US$ 716.7 million, an increase of 11.1% compared to August. Thermoplastic resins were the most exported items, with US$ 103.5 million, with a drop of 13.4% compared to the immediately previous month.

According to the organization, from January to September, chemical imports totaled US$ 30.3 billion, with a drop of 9%. Exports, on the other hand, fell 14.8%, to US$ 8.3 billion.

In volume, however, imports until September were a record, with more than 37 million tons. This is equivalent to an increase of 6.9% compared to the same period last year — the 34.6 million tons of that period corresponded to the previous record.

According to Abiquim, the average price of imports dropped 14.9%, while exports fell by 19.7%, reflecting the industry's trade deficit. In nine months, the negative balance was US$ 22 billion, down 6.7%.

In the 12 months to September, however, the deficit reached US$ 30 billion, “validating month after month the expectations that, despite the serious economic impacts of the covid-19 pandemic, the indicator will not, until the end of the year, be far below the results of recent years, with negative balances of US$ 29.6 billion in 2018 and US$ 31.6 billion in 2019”, according to Abiquim.

In a statement, the organisation's chief executive, Ciro Marino, says that the recent recovery in economic activity signals that the worst moment of the crisis seems to be behind us. The situation, however, is still challenging.

"If some competitive challenges can be quickly overcome, such as the regulation of the new gas market and the rebalancing of the international agenda, with trade policies based on trade facilitation, international cooperation, competitiveness and legal security of the trade defense system, we have all the potential to, in the short term, expand the use of installed capacity and continue to maintain the guarantee of full availability to meet domestic demand with national manufacturing”, he says.

Source: http://www.brainmarket.com.br/2020/10/20/importacao-de-produtos-quimicos-sobe-102-em-setembro-aponta-abiquim/

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