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China increases purchases and Brazil exports 10% more beef in November, says Abrafrigo

China increases purchases and Brazil exports 10% more beef in November, says Abrafrigo

Purchases of beef from Brazil by China returned to growth and were decisive for the result of exports of the Brazilian product in November. The information was released, on Monday (7/12), by the Brazilian Refrigerators Association (Abrafrigo). According to the entity, total external sales of the Brazilian product grew 10% compared to November 2019.

O levantamento foi feito com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia. O Brasil embarcou 197,852 mil toneladas de carne bovina in natura e industrializada em novembro. No mesmo mês no ano passado, foram 180,214 mil. A receita, na mesma comparação, aumentou 15%, de US$ 841,9 milhões para US$ 844,8 milhões.

China imported 123,000 tonnes in November alone, according to the organization. In the accumulated result of the first eleven months of the year, the exported volume totaled 1.848 million tons, 9% more than in the same interval in 2019, when shipments totaled 1.701 million tons. Exporters' revenues increased 14% in the period, from US $ 6.8 billion to US $ 7.7 billion.

In total, 82 countries increased their purchases while another 90 reduced purchases”, Says the statement released by the Association.

De acordo com a Abrafrigo, a China foi responsável por 57,9% da exportação de carne bovina brasileira neste ano. De janeiro a novembro do ano passado, essa participação estava em 43,2%. Os porcentuais incluem também as compras feitas por Hong Kong, que somaram 1,071 milhão de toneladas no período.

After China, the biggest buyer was Egypt, with 122,753 tons (-23.7% compared to 2019). The third was Chile, with 56,373 tons (-21.1%); fourth was Russia, with 56,373 tonnes (-14.8%). Fifth on the list, the United States increased purchases to 54,384 tonnes (+ 52.6%). Next came Saudi Arabia with 38,584 (-1%) and United Arab Emirates (38,137 (-45.3%).

Source: https://revistagloborural.globo.com/Noticias/Criacao/Boi/noticia/2020/12/china-aumenta-compras-e-brasil-exporta-10-mais-de-carne-bovina-em-novembro-diz-abrafrigo.html

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Corn exports from Brazil rise 44% in the first week of December

Corn exports from Brazil rise 44% in the first week of December

Brazilian corn exports reached a daily average of 286.2 thousand tons in the first week of December, which represents a pace 44.3% higher than the average of 198.3 thousand tons per day recorded in the full month of last year, indicated data published today by the Secretariat of Foreign Trade (Secex).
In the last week, the country shipped 1.14 million tonnes of cereal, against 4.16 million tonnes in the entire month of December 2019, according to government figures.

Brazilian soy exports, in turn, remained well below the average of the last month of the previous year, after the huge shipments of 2020 were concentrated in previous months. According to Secex, an average of 30,100 tonnes of the oilseed were exported per day a week, compared to an average of 155.7 thousand tonnes per day in December last year.

Regarding the extractive industry, iron ore shipments reached a daily average of 1.6 million tons until the first week of the month, an increase of 35.7% compared to the average for December 2019.

Source: https://economia.uol.com.br/noticias/agencia-brasil/2020/12/07/exportacao-de-milho-do-brasil-sobe-44-na-primeira-semana-de-dezembro.htm

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In the relationship with China, Brazil's biggest partner, the challenge is to seek a balanced trade balance

In the relationship with China, Brazil's biggest partner, the challenge is to seek a balanced trade balance

Brasília – Com uma perspectiva de retomada econômica acelerada no pós-crise da pandemia do novo coronavírus, a China, que já é o principal mercado externo do Brasil, cresce em relevância para a indústria brasileira.

Mas é necessário equacionar o descompasso na balança comercial com o mercado chinês: enquanto a maior parte das exportações brasileiras para esse parceiro comercial é de produtos básicos, as importações são quase exclusivamente de produtos industrializados.

A China é destino de nada menos que 47% dos produtos básicos brasileiros. Um olhar sobre as vendas do Brasil para o país asiático mostra que 89% da pauta de exportação são de produtos básicos, sobretudo soja, minério de ferro e carne bovina.

A busca por esse equilíbrio nas relações comerciais passa também por uma postura proativa do governo brasileiro para retirar barreiras impostas pela China aos nossos produtos.

Monitoramento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mapeou sete barreiras que o país asiático levantou contra a indústria brasileira. São barreiras que prejudicam as exportações de produtos que vão desde o frango, o café e o suco de laranja, passando pelos cosméticos e pelo couro, até as rochas e a comida para pets.

Para o café, por exemplo, o governo chinês promove uma escalada tarifária que inibe a exportação de produtos de maior valor agregado para o mercado doméstico da China. Enquanto a tarifa para o grão é de 8%, para a essência de café é de 32%.

No caso de cosméticos, o governo da China exige testes compulsórios em animais para pedidos de licença administrativa de novos ingredientes de cosméticos e produtos cosméticos importados.

Em razão disso, o Brasil tem exportado volumes reduzidos ao longo dos anos. O market share brasileiro sempre se manteve inexpressivo, abaixo de 0,01%, entre 2013 e 2018.

“Essas barreiras, além de aumentarem consideravelmente ano a ano, se tornam, a cada dia, mais sofisticadas e de difícil identificação”, afirma o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi.

As práticas que não respeitam as regras da Organização Mundial de Comércio (OMC) são outro desafio que o Brasil precisa enfrentar na relação com a China.

Para se ter ideia, estudo da CNI mostra que, apenas em 2019, o Brasil importou US$ 5 bilhões em produtos chineses cujos subsídios são combatidos por outros países por meio de medidas compensatórias, mas não pelo próprio Brasil.

Na prática, isso significa que esses bens entraram no país com preço abaixo do praticado no mercado por artifícios não aceitáveis no comércio, numa concorrência desleal, com impacto negativo sobre a produção industrial, o investimento e o emprego no Brasil.


Equilíbrio na balança comercial com a China passa pela redução do Custo Brasil

Para especialistas e empresas ouvidos pela Agência CNI de Notícias, o grande dever de casa do Brasil para reduzir a assimetria na balança comercial com a China é enfrentar, de forma assertiva, a agenda de redução do custo Brasil.

Reformas como a tributária são fundamentais para a competitividade dos produtos brasileiros e para as empresas ampliarem as exportações de manufaturados e os investimentos na China e no restante do mundo.

“Parte da agenda para equilibrar as relações com a China tem a ver com a nossa competitividade, mas outra diz respeito à retirada de barreiras impostas pelo país asiático”, diz Abijaodi.

Eduardo de Nóbrega, diretor das operações da WEG na China, afirma que o desequilíbrio da balança comercial está relacionado às disfuncionalidades da economia brasileira.

“O Brasil poderia ser um grande exportador de produtos de alto valor agregado, se tivéssemos um sistema tributário mais justo e equilibrado”, diz.

Ele considera que exportação de produtos de maior valor agregado é penalizada no Brasil em razão de um sistema tributário marcado pela acumulação de resíduos tributários na cadeia. Ou seja, quanto mais se agrega valor, mais se acumula tributos.

A WEG iniciou suas atividades na China em 2004, com a aquisição da unidade fabril de Nantong, produtora de motores elétricos trifásicos de baixa e alta tensão. Desde então, a empresa ampliou suas operações no país com a compra de três empresas (Yatong, CMM e Ecovi), em 2014, e um investimentogreenfieldem Rugao, em 2015.

No ano passado, a WEG inaugurou sua primeira fábrica dedicada a produtos para automação industrial, emChangzhou (Jintan disctrict), província de Jiangsu.

“Atualmente, temos 1.910 colaboradores no país. Em 2020, aproximadamente 45% da nossa receita está vindo das exportações, principalmente para Europa, Oceania, Sudeste Asiático e África”, afirma o diretor.

(*) Com informações da CNI

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Exportações de automóveis na RMC sobem 176,6% em outubro

Exportações de automóveis na RMC sobem 176,6% em outubro

Em alta pelo quarto mês consecutivo, setor contraria cenário comercial da região, que vem acumulando quedas nas vendas ao exterior

A venda de automóveis ao exterior por montadoras da RMC (Região Metropolitana de Campinas) cresceu 176,6% em outubro, comparando-se ao mesmo mês de 2019. A recuperação do setor, que apresenta números positivos pelo 4º mês consecutivo, contraria o panorama comercial da região, marcado por quedas seguidas das exportações. Em outubro, o volume exportado de US$ 317,5 milhões foi 16,2% menor em relação ao mesmo período do ano passado.

O resultado das exportações, que não foi pior graças ao aumento relevante na venda de veículos automotivos (176,6%), açúcar (130,4%), carne, miudezas ou sangue (48%), fios e cabos (21%), e agroquímicos (4,79%), teve como principais baixas produtos como polímeros, peças e acessórios para veículos, e medicamentos, que registraram em suas transações, respectivamente, reduções de 59%, 37% e 21%, sempre na comparação com o mesmo período de 2019.

Como reflexo do desaquecimento econômico global provocado pela pandemia de coronavírus, as importações da RMC também vêm sofrendo, ao longo de 2020, seguidas diminuições. No mês de outubro, o decréscimo em relação ao ano passado foi de 19,2% após o volume importado ter atingido US$ 1,1 bilhão. A variação negativa pode ser explicada pelas quedas na compra de peças e acessórios para veículos (-41%), compostos heterocíclicos de nitrogênio (-33%), agroquímicos (-26%), aparelhos elétricos (-25,6%) e circuitos eletrônicos integrados (-20,3%).

Desde janeiro, as importações na região somam 10 bilhões de dólares, enquanto as exportações totalizam 2,79 bilhões. Com isso, o déficit comercial da RMC é de US$ 7,2 bilhões no acumulado do ano, superior ao déficit estadual de US$ 4,08 bilhões. O Estado de São Paulo teria alcançado um superávit não fosse o resultado da balança comercial na Região Metropolitana de Campinas.

De acordo com o estudo do Observatório PUC-Campinas, realizado a partir da extração e análise dos dados fornecidos pelo Ministério da Economia, o desempenho comercial da RMC indica um cenário de queda de atividade para a maioria dos segmentos da indústria, sobretudo os ligados à fabricação de eletrônicos e aparelhos telefônicos. O setor automobilístico, apesar da ascensão das exportações de automóveis nos últimos meses, ainda segue prejudicada no ano.

Responsável pelas análises, o economista Paulo Oliveira afirma que, embora a região apresente um déficit estrutural, os números atuais refletem consequências da covid-19. Ao longo de 2020, as exportações da RMC caíram para nove dos dez principais mercados de destino. A exceção é a China. Pelo lado das importações, o cenário é o mesmo, com aumento nas compras somente da Índia.

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Dollar outflow exceeds entry by $ 19.364 billion in the year until the 23rd, says BC

Dollar outflow exceeds entry by $ 19.364 billion in the year until the 23rd, says BC

O fluxo cambial do ano até 23 de outubro ficou negativo em US$ 19,364 bilhões, informou nesta quarta-feira, 28, o Banco Central. Em igual período do ano passado, o resultado era negativo em US$ 19,743 bilhões. Os dados anuais refletem, em grande parte, os efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre o fluxo de moeda estrangeira, em especial no mês de março.

A saída pelo canal financeiro neste ano até 23 de outubro foi de US$ 51,896 bilhões. O resultado é fruto de aportes no valor de US$ 380,086 bilhões e de envios no total de US$ 431,982 bilhões. O segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.

No comércio exterior, o saldo anual acumulado até 23 de outubro ficou positivo em US$ 32,531 bilhões, com importações de US$ 125,627 bilhões e exportações de US$ 158,158 bilhões. Nas exportações estão incluídos US$ 20,734 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 55,758 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 81,667 bilhões em outras entradas.

Outubro

Depois de encerrar setembro com saídas líquidas de US$ 3,482 bilhões, o País registrou fluxo cambial positivo de US$ 667 milhões em outubro até o dia 23, informou o Banco Central.

O canal financeiro apresentou entradas líquidas de US$ 310 milhões no período. Isso é resultado de aportes no valor de US$ 24,110 bilhões e de retiradas no total de US$ 23,800 bilhões.

No comércio exterior, o saldo de outubro até o dia 23 é negativo em US$ 977 milhões, com importações de US$ 9,514 bilhões e exportações de US$ 8,538 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 843 milhões em ACC, US$ 2,500 bilhões em PA e US$ 5,194 bilhões em outras entradas.

Semana

O fluxo cambial registrado na semana passada (de 19 a 23 de outubro) para o Brasil ficou positivo em US$ 389 milhões, informou o Banco Central. O destaque foi o dia 21, quarta-feira, quando US$ 1,065 bilhão líquidos entraram no País.

O canal financeiro apresentou entrada líquida de US$ 1,472 bilhão na semana, resultado de aportes no valor de US$ 8,258 bilhões e de envios no total de US$ 6,785 bilhões.

No comércio exterior, o saldo na semana passada ficou negativo em US$ 1,084 bilhão, com importações de US$ 3,565 bilhões e exportações de US$ 2,482 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 304 milhões em ACC, US$ 567 milhões em PA e US$ 1,610 bilhão em outras entradas.

Fonte: https://www.istoedinheiro.com.br/saida-de-dolar-supera-entrada-em-us-19364-bi-no-ano-ate-dia-23-diz-bc/

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Import of chemical products rises 10.2% in September, points out Abiquim

Import of chemical products rises 10.2% in September, points out Abiquim

Imports of chemical products had a considerable increase in September, 10.2% compared to August, and reached US$ 3.7 billion, according to a foreign trade report by the Brazilian Chemical Industry Association (Abiquim). At the same time, exports had a slight increase, of 1.5% on the same comparative basis, to US$ 871.4 million.

The most imported chemical products continue to be intermediaries for fertilizers, with foreign purchases of US$ 716.7 million, an increase of 11.1% compared to August. Thermoplastic resins were the most exported items, with US$ 103.5 million, with a drop of 13.4% compared to the immediately previous month.

According to the organization, from January to September, chemical imports totaled US$ 30.3 billion, with a drop of 9%. Exports, on the other hand, fell 14.8%, to US$ 8.3 billion.

In volume, however, imports until September were a record, with more than 37 million tons. This is equivalent to an increase of 6.9% compared to the same period last year — the 34.6 million tons of that period corresponded to the previous record.

According to Abiquim, the average price of imports dropped 14.9%, while exports fell by 19.7%, reflecting the industry's trade deficit. In nine months, the negative balance was US$ 22 billion, down 6.7%.

In the 12 months to September, however, the deficit reached US$ 30 billion, “validating month after month the expectations that, despite the serious economic impacts of the covid-19 pandemic, the indicator will not, until the end of the year, be far below the results of recent years, with negative balances of US$ 29.6 billion in 2018 and US$ 31.6 billion in 2019”, according to Abiquim.

In a statement, the organisation's chief executive, Ciro Marino, says that the recent recovery in economic activity signals that the worst moment of the crisis seems to be behind us. The situation, however, is still challenging.

"If some competitive challenges can be quickly overcome, such as the regulation of the new gas market and the rebalancing of the international agenda, with trade policies based on trade facilitation, international cooperation, competitiveness and legal security of the trade defense system, we have all the potential to, in the short term, expand the use of installed capacity and continue to maintain the guarantee of full availability to meet domestic demand with national manufacturing”, he says.

Source: http://www.brainmarket.com.br/2020/10/20/importacao-de-produtos-quimicos-sobe-102-em-setembro-aponta-abiquim/

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Government resets corn and soybean import tariffs by Q1 2021

Government zeroes import tariffs for corn and soybeans until 1st quarter of 2021

The Brazilian government has zeroed until the first quarter of next year its import tariffs on corn and the soy complex, according to a note published on the Ministry of Economy website this Saturday.

According to the text of the folder, the decision was taken on Friday. The Ministry of Agriculture, Livestock and Supply proposed a zero tax rate for soy, while the economy asked for a zero tax rate for corn.

“Ambas as medidas têm como motivação conter a alta de preços no setor de alimentos”, disse a nota no site do Ministério da Economia. A redução para o complexo soja será válida até 15 de janeiro de 2021. O corte de 8% para zero na taxa de importação do milho permanecerá em vigor até 31 de março de 2021.

Na quinta-feira, a Reuters já havia adiantado a possibilidade de o governo não tarifar a importação de milho e soja originários de países de fora do Mercosul. O movimento, alvo de análises em meio a preços recordes no mercado interno para ambos os produtos, foi decidido na sexta-feira em reunião do Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligada ao Ministério da Economia.

“Havia diversas posições na mesa e levou-se em consideração o período de safra e oferta”, disse uma fonte à Reuters antes da confirmação pelo governo da decisão. “Não houve questionamento quanto ao mérito da isenção de tarifa. A oferta tinha que ser ampliada para reduzir preços e custos”, acrescentou. O pedido de isenção das importações foi protocolado no mês passado e reiterado na última semana pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa os setores de avicultura e suinocultura do Brasil.

A indústria utiliza o cereal e o farelo de soja como os principais insumos para alimentação animal e tem as margens afetadas pelo aumento de custos com esses grãos. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) havia dito no final de agosto que estava em avaliação a possibilidade de isentar temporariamente a Tarifa Externa Comum (TEC) de importação de arroz, milho e soja de países não membros do Mercosul para equilibrar o mercado doméstico e evitar novos aumentos de preços.

No início de setembro, o comitê executivo da Camex aprovou a zeragem da alíquota de importação de arroz até o final do ano, em meio à disparada dos valores do produto no Brasil, após aumento na demanda interna durante a pandemia e exportações aquecidas. Na ocasião, no entanto, não houve nenhuma decisão sobre milho e soja. O mês de março é período em que a safra brasileira de verão já estará colhida e cresce a disponibilidade de oferta doméstica.

O presidente Jair Bolsonaro disse no último sábado que iria se reunir com produtores de soja para discutir o preço da oleaginosa, dias após a cotação do produto ter renovado máxima histórica no Brasil em função do atual ajuste na oferta. Ao longo do ano, um dólar favorável para exportação, aliado à firme demanda externa, elevou os volumes de embarques da soja do Brasil, que podem chegar a 82 milhões de toneladas, ampliando a necessidade de importação para atender a indústria local. O preço da soja no porto de Paranaguá, um dos referenciais do país, está a R$ 157,66 por saca, perto de máxima histórica de R$ 159,88 de 8 de outubro, segundo o centro de estudos Cepea. Já as cotações do milho estão em máximas nominais de R$ 69,53 por saca, também de acordo com a instituição.

Source: https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2020/10/17/governo-decide-zerar-tarifas-de-importacao-de-milho-e-soja-de-fora-do-mercosul-ate-1-tri-de-2021-diz-fonte.htm

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Importações e exportações da China têm forte alta com reabertura da economia global

Importações e exportações da China têm forte alta com reabertura da economia global

Resultado de setembro sugere que país está se recuperando rapidamente do impacto da pandemia sobre o comércio exterior.

As importações da China cresceram em seu ritmo mais rápido este ano em setembro, enquanto as exportações aumentaram fortemente à medida que mais parceiros comerciais suspenderam restrições relacionadas ao coronavírus em um impulso adicional à segunda maior economia do mundo.

As exportações em setembro aumentaram 9,9% em relação a setembro do ano anterior, mostraram dados alfandegários na terça-feira, em linha com as expectativas dos analistas e acima de um sólido aumento de 9,5% em agosto.

O forte desempenho do comércio sugere que os exportadores chineses estão se recuperando rapidamente do impacto da pandemia sobre as encomendas do exterior.

À medida que a economia global retoma, as empresas chinesas estão correndo para conquistar participação de mercado, enquanto suas rivais lutam contra a redução da capacidade de produção.

“O panorama geral é que os embarques continuam fortes, com a redução da demanda por produtos relacionados à Covid-19, como máscaras faciais, sendo em grande parte compensada por uma recuperação na demanda mais ampla por bens de consumo chineses”, disse o economista sênior da Capital Economics, Julian Evans-Pritchard disse.

“Um salto nas importações sugere que os gastos com investimento doméstico continuam fortes.”

As importações aumentaram 13,2% em setembro, bem acima das expectativas de alta de 0,3% e após uma queda de 2,1% em agosto. A força das importações foi ampla para quase todos os principais parceiros comerciais da China.

Source: https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/10/13/importacoes-e-exportacoes-da-china-tem-forte-alta-com-reabertura-da-economia-global.ghtml

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Exportações do agronegócio cresceram 4,8% em setembro, para US$ 8,56 bilhões, puxadas pelo açúcar

Exportações do agronegócio cresceram 4,8% em setembro, para US$ 8,56 bilhões, puxadas pelo açúcar

A participação do agronegócio nas exportações totais do Brasil passou de 40,2% para 46,3% no último ano

O ritmo forte de embarques do setor sucroalcooleiro impulsionou as exportações brasileiras do agronegócio em setembro. As vendas externas do setor subiram 89,8%, elevando as vendas setor para US$ 1,14 bilhão.

As exportações de açúcar de cana em bruto mais que dobraram, passando de US$ 420,36 milhões (setembro/2019) para US$ 888,38 milhões, alta de 111,3%. Os maiores importadores brasileiros de açúcar foram China (US$ 159,90 milhões; +230,3%), Índia (US$ 73,76 milhões; +474,0%), Bangladesh (US$ 72,02 milhões; +207,4%), Indonésia (de US$ 0 em setembro de 2019 para US$ 64,10 milhões em setembro de 2020).

De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a queda da produção de açúcar na Índia e na Tailândia nesta safra de 2020 permitiu o aumento das exportações brasileiras. Ainda no setor sucroalcooleiro, as exportações de álcool também subiram, passando de US$ 112,19 milhões para US$ 124,38 milhões (+10,9%).

O total de vendas do setor ao exterior em setembro somou US$ 8,56 bilhões, 4,8% mais que no mesmo mês do ano passado. A participação do agronegócio nas exportações totais do Brasil era de 40,2%, em setembro de 2019 subiu para 46,3% em setembro deste ano.

As importações de produtos do agronegócio em setembro ficaram praticamente iguais às de setembro de 2019, com registros de US$ 1,05 bilhão (0,3%). Desta forma, o saldo da balança comercial contabilizou US$ 7,5 bilhões.

Os embarques do complexo soja arrefeceram, tendo incremento de 3,5%, atingindo US$ 2,22 bilhões. A quantidade exportada de soja em grão foi de 4,47 milhões de toneladas (-2,9%), o equivalente a US$ 1,63 bilhões. Depois de sucessivos recordes nas quantidades exportada de soja em grão nos últimos meses, houve queda na quantidade exportada em setembro. Essa queda já reflete a redução dos estoques do grão no país. Ainda no setor, as exportações de farelo de soja foram de US$ 549,90 milhões (21,7%) e óleo de soja atingiram de US$ 27,77 bilhões (-48,3%).

Outro produto de destaque nas vendas externas brasileiras foi a carne suína, que subiu 34,3%, passando de US$ 139,36 milhões (setembro/2019) para US$ 187,18 milhões, em setembro deste ano. As exportações de carne suínain naturapara a China cresceram de US$ 65,99 milhões (setembro/2019) para US$ 103,04 milhões (+56,1%).

A China permanece como principal destino dos embarques dos produtos do agronegócio brasileiro, com 27,5% em setembro deste ano, totalizando US$ 2,56 bilhões. Em segundo lugar, os Estados Unidos importaram US$ 658 milhões, com participação de 7,7% dos produtos brasileiros no mês pesquisado. Já os Países Baixos seguem em terceiro lugar, com US$ 341,8 milhões e com 4% de participação.

Entre janeiro e setembro de 2020 as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 77,89 bilhões, o que representou crescimento de 7,5% em relação ao mesmo período em 2019. As importações do setor alcançaram US$ 9,18 bilhões, ou seja, 10,7% inferiores ao ano anterior.

Source: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/exportacoes-do-agronegocio-cresceram-4-8-em-setembro-para-us-8-56-bilhoes-puxadas-pelo-acucar

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Com dólar em alta, Mato Grosso aumenta exportações de produtos e já fatura U$ 1 bilhão a mais

Com dólar em alta, Mato Grosso aumenta exportações de produtos e já fatura U$ 1 bilhão a mais

O alto preço do dólar, que beira os R$ 6, tem levado os produtores de Mato Grosso para o mercado externo e o reflexo se vê nos dados de exportação elaborados e divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Entre janeiro e agosto deste ano, o estado aumentou as exportações em 8,5% em relação ao mesmo período do ano passado e já é responsável por 9,5% das vendas que o Brasil faz para o mercado exterior, ficando em quarto lugar no ranking nacional dos exportadores.

Em oito meses, o valor de vendas dos produtos mato-grossenses chegou a quase U$ 12,9 bilhões. O valor é 8,5% a mais do que os R$ 11,9 bilhões a mais do que o período entre janeiro e agosto de 2019, que já era a maior venda dos últimos dez anos. Com as importações em baixa de 11,3%, o superávit da balança comercial ficou superior a U$ 11,7 bilhões.
A soja em grãos foi o produto mais vendido e corresponde a 57% das exportações estaduais. O farelo da soja e outros alimentos para animais tem 11% de participação do mercado. O milho aumentou as vendas, também chegou a 11% e passou o algodão, com 8,4%. A carne corresponde a 8,2% das vendas e o restante se divide entre ouro, madeira e derivados dos produtos primários.

Sozinha, a China comprou U$ 4,6 bilhões de Mato Grosso e ficou com 36% do mercado. A variação em relação ao período passado é de 10%, o que equivale a U$ 428 milhões a mais injetados nos produtores locais. A Holanda, Espanha, Turquia e Tailândia, que completam os maiores mercados, também aumentaram as compras e ajudaram a melhorar os números de Mato Grosso.

Source: https://www.sonoticias.com.br/economia/com-dolar-em-alta-mato-grosso-aumenta-exportacoes-de-produtos-e-ja-fatura-u-1-bilhao-a-mais/

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