fbpx

Archives for November 2020

New MDF plant for Egypt

New MDF plant for Egypt

Hansa Meyer Global Transport Germany received the logistical contract for an MDF factory with an annual production capacity of 205,000m³ for Alexandria, Egypt.
The new plant is seen as a key contribution to support government efforts in Egypt to achieve an environmentally friendly, CO2-reducing and sustainable use of rice straw.

Our scope of work includes breakbulk loads (including units up to abt. 40mtons) in addition to several hundred TEU in various batches from the port of Bremen to the port of Alexandria.
Operations have already started and the project is scheduled to be completed in April 2021.

Read more
Container handling at the Port of Santos, SP, breaks record in October

Container handling at the Port of Santos, SP, breaks record in October

The Port of Santos, on the coast of São Paulo, registered the largest movement of containers for the month of October, in 2020. There were 4.3 million tons, an increase of 0.2% over the previous record, reached in the same month in 2019. The data were released by the Santos Port Authority (SPA), the Santos Port Authority.

According to the survey, the performance reflects the beginning of the economic recovery during the pandemic. According to the SPA, in October, 383,933 TEU were handled (standard measure for the 20-foot container). In tonnage, containerized cargo also broke a record for the month, with 4.3 million tons.

There was also a highlight for the transportation of cargoes of soy and sugar, with 21.1 million and 20.1 million tons, respectively, with increases of 19.9% ​​and 68.1%. There was also an increase in the movement of cellulose, with 4.7 million tons and an increase of 16%, and soybean meal in bulk, with 5.8 million tons and growth of 15%.

"The movement of containers was greatly affected by the pandemic, with the reduction in ship travel and less industrial production, but the numbers point to a recovery in demand in Brazil and in the world", pointed out SPA president, Fernando Biral.

Cargo handling in general, during the month of October, fell by 3.1% compared to 2019, with 12.4 million tons. There was a drop in the transport of solid vegetable bulks and in the export of sugar.

In 2020, the accumulated movement of the year registered 122.5 million tons, an increase of 8.7% in the annual base and a record for the ten-month period. The result was driven by exports, which reached 90.4 million tons, up 13.3%. Imports, on the other hand, registered a decrease of 2.5%, a total of 32.2 million tons.

Source: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/porto-mar/noticia/2020/11/28/movimentacao-de-conteineres-no-porto-de-santos-sp-bate-recorde-em-outubro.ghtml

Read more

Siemens “Landivisiau” Project

Como parte do Projeto Siemens “Landivisiau”, que foi concedido à Hansa Meyer Global em fevereiro de 2020, recentemente lidamos com o embarque e transporte onshore de um gerador de 405 toneladas, uma turbina a gás de 317 toneladas e de uma turbina Tipo E de 183 toneladas de Roterdã, da Holanda para o canteiro de obras Landivisiau, França, via porto de Brest, França.

O gerador e as turbinas serão instalados em uma planta de ciclo de energia combinada recém-construída na Bretanha, oeste da França. Com uma capacidade instalada de 446 megawatts, a usina ajudará a cobrir de forma confiável a crescente demanda de eletricidade da Bretanha. O comissionamento da usina está previsto para o segundo semestre de 2021.

Para este projeto desafiador, a Hansa Meyer Global transportará no total cerca de 33.000 FRT de diferentes cargas (incluindo 19 unidades de carga pesada de até 405 toneladas de peso unitário) de origens globais até o local de trabalho Landivisiau, França.


Read more
Exportações de automóveis na RMC sobem 176,6% em outubro

Exportações de automóveis na RMC sobem 176,6% em outubro

Em alta pelo quarto mês consecutivo, setor contraria cenário comercial da região, que vem acumulando quedas nas vendas ao exterior

A venda de automóveis ao exterior por montadoras da RMC (Região Metropolitana de Campinas) cresceu 176,6% em outubro, comparando-se ao mesmo mês de 2019. A recuperação do setor, que apresenta números positivos pelo 4º mês consecutivo, contraria o panorama comercial da região, marcado por quedas seguidas das exportações. Em outubro, o volume exportado de US$ 317,5 milhões foi 16,2% menor em relação ao mesmo período do ano passado.

O resultado das exportações, que não foi pior graças ao aumento relevante na venda de veículos automotivos (176,6%), açúcar (130,4%), carne, miudezas ou sangue (48%), fios e cabos (21%), e agroquímicos (4,79%), teve como principais baixas produtos como polímeros, peças e acessórios para veículos, e medicamentos, que registraram em suas transações, respectivamente, reduções de 59%, 37% e 21%, sempre na comparação com o mesmo período de 2019.

Como reflexo do desaquecimento econômico global provocado pela pandemia de coronavírus, as importações da RMC também vêm sofrendo, ao longo de 2020, seguidas diminuições. No mês de outubro, o decréscimo em relação ao ano passado foi de 19,2% após o volume importado ter atingido US$ 1,1 bilhão. A variação negativa pode ser explicada pelas quedas na compra de peças e acessórios para veículos (-41%), compostos heterocíclicos de nitrogênio (-33%), agroquímicos (-26%), aparelhos elétricos (-25,6%) e circuitos eletrônicos integrados (-20,3%).

Desde janeiro, as importações na região somam 10 bilhões de dólares, enquanto as exportações totalizam 2,79 bilhões. Com isso, o déficit comercial da RMC é de US$ 7,2 bilhões no acumulado do ano, superior ao déficit estadual de US$ 4,08 bilhões. O Estado de São Paulo teria alcançado um superávit não fosse o resultado da balança comercial na Região Metropolitana de Campinas.

De acordo com o estudo do Observatório PUC-Campinas, realizado a partir da extração e análise dos dados fornecidos pelo Ministério da Economia, o desempenho comercial da RMC indica um cenário de queda de atividade para a maioria dos segmentos da indústria, sobretudo os ligados à fabricação de eletrônicos e aparelhos telefônicos. O setor automobilístico, apesar da ascensão das exportações de automóveis nos últimos meses, ainda segue prejudicada no ano.

Responsável pelas análises, o economista Paulo Oliveira afirma que, embora a região apresente um déficit estrutural, os números atuais refletem consequências da covid-19. Ao longo de 2020, as exportações da RMC caíram para nove dos dez principais mercados de destino. A exceção é a China. Pelo lado das importações, o cenário é o mesmo, com aumento nas compras somente da Índia.

Read more

Mega super heavy drum

Hansa Meyer was the heavy transport company selected to assemble and transport an HP Fuel Gas Mixing Drum for its customer. It was the biggest component they have ever manufactured. With over 1,000,000 pounds.

On the road, our initial concept using dual-track Goldhofer alone would not have worked, but with the collective efforts and ingenuity of our engineering team, our factory, field supervisors and the bridge engineer, we designed a conveyor using a stabilizer system flexible that worked in conjunction with our Goldhofer SL trailers and allowed us to change the width based on the width of the bridge and therefore maximize weight distribution. All engineering, design and manufacturing were done in-house.

The transport was carried out with precision and without any occurrence.


Read more
Exportação brasileira de milho em novembro chega à 2,71 milhões de toneladas e já é 47% do previsto para o mês

Exportação brasileira de milho em novembro chega à 2,71 milhões de toneladas e já é 47% do previsto para o mês

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, por meio da Secretaria de Comércio Exterior, seu relatório semanal que aponta as exportações acumuladas de diversos produtos agrícolas até o final da segunda semana de novembro.

Somente nesses 9 dias úteis do mês, o Brasil exportou 2.271.076,1 toneladas de milho não moído. Este volume já representa um acréscimo de 1.111.411,7 com relação à semana anterior e já é 44,04% de tudo o que foi embarcado durante o mês de outubro inteiro (5.156.818 toneladas).

Com isso, a média diária de embarques ficou em 252.341,8 toneladas, patamar 2,13% menor do que a média do mês passado (257.840,9 toneladas). Em comparação ao mesmo período do ano passado, a média de exportações diárias ficou 22,79% maior do que as 205.514,2 do mês de novembro de 2019.

Em termos financeiros, o Brasil exportou um total de US$ 412.310,8 no período, contra US$ 697.921,9 de todo novembro do ano passado. Já na média diária, o atual mês contabilizou acréscimo de 31,28% ficando com US$ 45.811,3 por dia útil contra US$ 34.896,1 em novembro do ano passado.

Já o preço por tonelada obtido registrou elevação de 6,92% no período, saindo dos US$ 169,80 do ano passado para US$ 181,50 neste mês de novembro.

Na última semana, a Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais) elevou sua estimativa de exportação de milho no mês de novembro para 4,8 milhões de toneladas ante as 4,15 milhões esperadas anteriormente.

Para chegar neste volume, a país ainda terá que embarcar mais 2.528.923,9 toneladas nos próximos 11 dias úteis do mês. Caso mantenha a média diária de exportação o volume poderá ser ainda maior.

De janeiro a outubro, os principais destinos das 26.273.672 toneladas de milho brasileiro foram Japão (13%), Irã (12%), Vietnã (8,7%), Espanha (8,4%) Egito (8,1%), Taiwan (7,8%) e Coréia do Sul (6,7%). Já nas origens, o cereal brasileiro exportado veio, em sua maioria, do Mato Grosso (63,7%), seguido de Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e Maranhão.

Source: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/milho/273732-exportacao-brasileira-de-milho-em-novembro-chega-a-271-milhoes-de-toneladas-e-ja-e-47-do-previsto-para.html

Read more
Cargo handling at the Port of Santos grows 5% in September, leveraged by exports

Cargo handling at the Port of Santos grows 5% in September, leveraged by exports

Santos (SP) - Cargo handling at the Port of Santos in September totaled 12.2 million tons, 5.2% above the same period in 2019. This was the second best monthly movement for the month of September, having been slightly superseded only by September 2017.

In the accumulated result for the year, the movement reached 110.1 million tons, an increase of 10.2% over the same period in 2019 and 9.7% over the previous record for the interval, recorded in 2018. With this, the expectation is to end the year with the best mark in history, above the 134 million tonnes of 2019 - which had already been a record.

Both in the month and in the accumulated result for the year, shipments rose by double digits, compensating for the drop in landings and guaranteeing positive performance.

Porto maintained its historical level of participation in the Brazilian trade chain, accounting for 28.3% of national exchanges in the year. Approximately 27.0% of domestic commercial transactions with foreign countries that passed through the complex had China as a partner country. São Paulo is the state with the largest share (56.8%) in commercial transactions abroad with Porto.

Highlight of the month

Shipments, in the month, totaled 9.1 million tons, an increase of 13.4% over the numbers registered on the same annual basis. In the accumulated result for the year, this cargo flow reached 81.6 million tons, an increase of 15% over the same period in 2019.

Landings, on the other hand, totaled 3.0 million tons, down 13.8% over September 2019. Discharges accumulated in the year totaled 28.6 million tons, 1.6% below the same period last year.

The movement of solid bulk totaled 6.2 million tons, up 12.2% over the same month last year. For the good performance of this type of cargo, the shipments of sugar and soy meal were decisive.

Liquid bulk increased 18.6%, totaling 1.6 million tons, reflecting the good performance of diesel and diesel, citrus juices and fuel oil operations.

Loose general cargo reached 457.8 thousand tons, up 6.9%, mainly due to cellulose shipments.

Containerized cargo fell 10.8%, from 386,165 TEU (equivalent to a 20-foot container) to 344,427 TEU.

Sugar stood out as the busiest cargo in the month, with 2.7 million tons shipped, 95.1% above the figure registered in September last year.

Highlight in the accumulated result for the year

In the accumulated result for the year, solid bulks totaled 59 million tons, an increase of 19% in the annual comparison, with this record result for the interval.

Liquid bulk had an increase of 10.6%, totaling 13.7 million tons, a record move for the period, by surpassing the best previous mark of 2017 by 8.2%.

Loose general cargo decreased by 2.1% in the accumulated movement in the year, to 4 million tons, despite the good performance of cellulose.

Container handling reached 3,011,362 TEU, a decrease of 1.6% over the same interval in 2019. The flow of ships in the year accumulates 3,692 vessels, 2.1% above the previous year.

(*) With information from the Port of Santos

Read more
Logistics for the flow of Brazilian agribusiness products presents bottlenecks

Logistics for the flow of Brazilian agribusiness products presents bottlenecks

O Brasil ainda enfrenta dificuldades para escoar a produção agrícola, principalmente porque, na maior parte das vezes, o transporte rodoviário é a única opção.

No Centro-Oeste, as áreas de cultivo se estendem além do horizonte. A região é a mais produtiva do país, mas para escoar as safras, as alternativas são poucas.

O agricultor Laércio Lenz usa a BR-163 para transportar a soja que produz em Sorriso. É a única rota no norte de Mato Grosso. “Leva uma boa quantidade do nosso recurso aí, eu creio que em torno de 15% a 20% a gente está perdendo na questão frete. E por que que é esse valor tão alto? Porque nós temos simplesmente transporte rodoviário”, explica.

Segundo a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária, 85% dos grãos produzidos no Brasil são transportados por rodovias e, além dos problemas como buracos, falta de sinalização e trechos de pista simples, faltam também opções para escoar a produção. Hoje o país é interligado por 30 mil quilômetros de ferrovias, praticamente o mesmo tamanho que o país tinha em 1930. Para se ter ideia, nos Estados Unidos, principal concorrente do agro brasileiro, são quase 300 mil quilômetros de linhas férreas, e isso tem um custo. Agricultores brasileiros pagam o dobro do valor para exportar uma tonelada da soja.

“Nós temos, no Brasil, o frete mais caro do mundo em termos de commodities. Por que? Porque nós usamos caminhão. Nós gastamos U$ 110 para colocar na China. E os Estados Unidos gastam U$ 56. Então nós basicamente estamos perdendo U$ 50 por não termos uma logística adequada ao transporte de commodities”, afirma o coordenador do Movimento Pró-Logística (MT), Edeon Vaz.

O Ministério da Infraestrutura prevê a aplicação de cerca de R$ 250 bilhões em investimentos privados e públicos para a construção e ampliação de ferrovias, rodovias, portos e aeroportos no país até 2022.

Entre as obras aguardadas estão a Ferrovia Norte-Sul, entre o Porto de Itaqui, no Maranhão, e o de Santos, em São Paulo; a ferrovia de integração do Centro-Oeste, que vai na direção oeste-leste, podendo chegar a Bahia; e a Ferrogrão, que pretende alcançar os portos do Pará.

Outro projeto esperado é a Ferronorte, que vai ligar o norte ao sul de Mato Grosso. A região já tem terminais ferroviários administrados por concessão.

“A gente carrega aproximadamente 70 mil toneladas de grãos todos os dias daqui em direção a São Paulo, é o equivalente a um navio de grão por dia saindo daqui, do Mato Grosso, indo em direção a Santos. É como se a cada dia, o produtor rural abrisse a sua janela e visse de um lado a sua lavoura florescendo e do outro, o porto de Santos exportando todas as suas commodities mundo a fora”, explica o diretor de Portos e Terminais da Rumo, Fabricio Degani.

Para a CNA, é importante também integrar rodovias e ferrovias às hidrovias para diminuir custos. Segundo a confederação, hoje apenas um terço dos rios brasileiros que tem capacidade para transporte em grande escala, é usado.

No Arco-Norte, produtores tiverem uma redução de quase 30% no preço do frete após o fim dos atoleiros na BR-163. A pavimentação foi feita pelo Exército, e a estrada passou a ser usada pelos produtores para transportar grãos de Mato Grosso até o Rio Tapajó, no Pará.

“Foi possível observar uma redução de custos no transporte de grãos, principalmente da soja e do milho, em cerca de 26%. Apenas com a conclusão de uma rodovia que encurtou o caminho até um terminal portuário”, explica Elisângela Lopes, coordenadora de Assuntos Estratégicos da CNA.

Hoje o Brasil produz mais de 250 milhões toneladas de grãos e, para o professor de Agronegócio Marcos Jank, a volta dos investimentos em transporte no país pode resolver um dos últimos gargalos para que o Brasil se torne uma liderança no agronegócio no mundo. “A agricultura nossa já há algum tempo é mais eficiente que a de outros países. A agroindústria é relativamente semelhante e o transporte era menos eficiente. E o que vai acontecer e essa é uma revolução silenciosa, é que nós vamos ter um grande incremento na qualidade e no número de ferrovias e hidrovias disponíveis para transportar essa revolução agrícola que já tinha acontecido”, afirma o especialista em agronegócio global.

“Então no Brasil, que é um país de grandes dimensões territoriais, nós temos que aproveitar da integração destes modos de transporte com o intuito de reduzir os custos, porque da porteira para dentro, nós somos competitivos”, afirma Elisângela Lopes.

Source: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/10/31/logistica-de-escoamentos-dos-produtos-do-agronegocio-brasileiro-apresenta-gargalos.ghtml

Read more