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Exportação de milho do Brasil sobe 44% na primeira semana de dezembro

Exportação de milho do Brasil sobe 44% na primeira semana de dezembro

As exportações de milho do Brasil atingiram média diária de 286,2 mil toneladas na primeira semana de dezembro, o que representa ritmo 44,3% superior à média de 198,3 mil toneladas por dia registrada no mês completo do ano passado, indicaram dados publicados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
No acumulado da última semana, o país embarcou 1,14 milhão de toneladas do cereal, contra 4,16 milhões de toneladas em todo o mês de dezembro de 2019, de acordo com os números do governo.

As exportações brasileiras de soja, por sua vez, seguiram muito abaixo da média do último mês do ano anterior, após os enormes embarques de 2020 se concentrarem em meses anteriores. Segundo a Secex, foram exportadas em média 30,1 mil toneladas da oleaginosa por dia na semana, ante média de 155,7 mil toneladas diárias em dezembro do ano passado.

Em relação à indústria extrativa, os embarques de minério de ferro alcançaram média diária de 1,6 milhão de toneladas até a primeira semana do mês, alta de 35,7% na comparação com a média de dezembro de 2019.

Fonte: https://economia.uol.com.br/noticias/agencia-brasil/2020/12/07/exportacao-de-milho-do-brasil-sobe-44-na-primeira-semana-de-dezembro.htm

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Balança tem superávit de US$ 3,7 bilhões em novembro

Balança tem superávit de US$ 3,7 bilhões em novembro

A balança comercial teve superávit de US$ 3,732 bilhões e corrente de comércio de US$ 31,33 bilhões em novembro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (01/12) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. No mês, as exportações somaram US$ 17,531 bilhões e as importações, US$ 13,799 bilhões.

Total – No ano, as exportações totalizam US$ 191,678 bilhões e as importações, US$ 140,518 bilhões, com saldo positivo de US$ 51,16 bilhões e corrente de comércio de US$ 332,195 bilhões. “O que observamos no mês de novembro é resultado do que vem acontecendo ao longo do segundo semestre, com recuperação das importações e manutenção das exportações”, comentou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior da Secex, Herlon Brandão, em coletiva à imprensa.

Trajetória estável – Os dados da Secex mostram que a exportação vem mantendo uma trajetória estável ao longo do ano, com algumas mudanças na composição da pauta exportadora, o que influenciou o primeiro semestre de uma forma diferente do que vem influenciando agora, no segundo semestre. Segundo Brandão, isso vem ajudando a manter o crescimento do volume exportado, apesar da queda do valor. “Temos volumes crescentes, e o preço é o que causa a queda do valor, com uma redução de 3% no mês”, explicou.

Importações – Apesar de uma queda de 2,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, um dos destaques de novembro foi o valor das importações, de US$ 13,8 bilhões, com uma média diária de cerca de US$ 700 milhões. Essa média diária, no auge do impacto da pandemia, em julho, estava em menos de US$ 500 milhões.

Preços internacionais – O subsecretário lembrou que, em julho, a queda do valor importado era de cerca de 35%, mas agora está em menos de 3%, puxada ainda pelo recuo dos preços internacionais (-10,3%). “O que chama a atenção é esse grande aumento do índice de quantum (volume) das importações, com um crescimento destacado de 9,6%”, salientou. Esse crescimento é desconcentrado, abrangendo vários produtos, mas principalmente insumos para a produção nacional, incluindo insumos eletroeletrônicos, além de adubos e fertilizantes.

Saldo comercial – Já o saldo comercial subiu 4,7% em relação a novembro ano anterior. A corrente de comércio, por sua vez, exprime tanto a sustentação das exportações quanto a trajetória de melhor desempenho das importações, com uma queda de 1,8%.

Produtos e setores – O que puxou a exportação em novembro, em valores, foi a indústria extrativa, com destaque para minério de ferro e petróleo. O resultado do minério de ferro, por exemplo, foi impulsionado pelo aumento de mais de 40% dos preços nesse mês.

Agropecuária – No caso da agropecuária, com queda de 21,9% nas exportações, Herlon Brandão cita a entressafra e considera “natural ter menos participação de produtos agropecuários nesse final de ano”.

Safra – Além disso, Brandão vê influência da programação de embarques do período de safra, que muda de um ano para outro. No ano passado, o escoamento da soja foi mais tardio, havendo também aumento dos embarques de milho no final do ano. Em 2020, no entanto, houve uma concentração de vendas de soja no primeiro semestre, diminuindo a exportação no final do ano. Já a indústria de transformação observou queda de 2,9%, após dois meses seguidos de aumento.

Minério – Apesar de o preço do minério de ferro ter contribuído para o aumento do valor exportado, o aumento do quantum na indústria extrativa (+23,4%) é muito mais preponderante no mês. A indústria de transformação também teve um quantum positivo (+3,8%). “Isso também é bastante significativo porque, apesar da queda de preço, mostra competitividade nesse setor, o que faz com que o total seja positivo (+2,8%)”, observou o subsecretário da Secex.

Recuperação da economia – Do lado das importações, os produtos da indústria de transformação representam 93% do total e tiveram redução de apenas 0,5% em novembro, puxada pela queda de 9,7% nos preços. Os volumes importados da indústria de transformação, no entanto, cresceram 10,8%. “A gente vê esse crescimento muito em linha com o que foi anunciado, de recuperação da economia, passada a fase mais aguda da pandemia”, afirmou Brandão.

Média diária – Ele explicou que, na média diária, as exportações vêm mostrando estabilidade ao longo do ano, enquanto nas importações a curva mostra um movimento de recuperação a partir de julho. “É muito provável que, no próximo mês, tenhamos um crescimento do valor importado. Será o segundo do ano, pois em fevereiro também teve um crescimento de importação e, provavelmente, em dezembro vamos ter outro”, previu.

Acumulado do ano – Essas trajetórias levam ao resultado acumulado do ano, de redução de 6,1% da exportação e de 13,6% da importação até novembro, reforçando as estimativas da Secex para o fechamento do ano, apresentadas em outubro. “Esperamos um saldo comercial de US$ 55 bilhões. Estamos com U$ 51 bilhões. A corrente de comércio projetada era de uma queda de 9% e está com 9,4% de redução”, pontuou.

Indústria extrativista – No acumulado do ano, a indústria extrativa ainda apresenta uma pequena redução (-2,1%) e a indústria de transformação vem sofrendo a maior queda do ano (-12,4%). “São os produtos mais sujeitos a uma redução da demanda mundial”, diz Brandão. O setor agropecuário continua sendo destaque, com um recorde de exportação de soja que contribuiu muito para esse segmento. (Ministério da Economia)

Veja os dados completos da balança comercial

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Sancionada lei que prorroga prazos do drawback por um ano

Sancionada lei que prorroga prazos do drawback por um ano

Resultado da conversão da MP 960, adotada para reduzir impactos da pandemia, legislação se aplica aos regimes de suspensão e isenção.

Foi sancionada nesta sexta-feira a Lei nº 14.060, que prorroga por um ano os prazos dos regimes de drawback suspensão e isenção, informou o Ministério da Economia. A lei é resultado da conversão da Medida Provisória (MP) 960, de 4 de maio, adotada para reduzir os impactos da covid-19 sobre a economia brasileira.

Os regimes de drawback procuram dar mais competitividade aos produtos brasileiros, ao desonerar de tributos as importações e aquisições locais de insumos para a produção de bens destinados ao mercado externo.

No ano passado, US$ 49,1 bilhões foram exportados com a utilização do drawback, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O valor representa 21,8% das vendas externas totais do Brasil no período.
Segundo o Ministério da Economia, o texto original da MP 960 prorrogava os prazos apenas para o drawback suspensão. No entanto, a lei estendeu o benefício para o regime isenção.
Com isso, as empresas ganharam mais tempo para realizarem importações autorizadas nesse regime e que têm um prazo para serem concretizadas. Avaliou-se que, num cenário de queda de atividade e receitas menores, a compra de insumos nas quantidades autorizadas poderia trazer dificuldades de caixa para as exportadoras.
No drawback isenção, a empresa realiza as exportações e, com isso, ganha o direito de adquirir insumos sem tributos para eventualmente utilizar numa futura exportação.
Conforme dados da Secex, há 325 atos concessórios de drawback isenção com vencimento neste ano e reposições de insumos autorizadas na ordem de US$ 942,3 milhões. Desses, US$ 424,9 milhões, ou cerca de 45% do total, se referem a operações que, com a nova lei, poderão ser concretizadas em 2021.

Por Lu Aiko Otta, Valor

Fonte: https://valor.globo.com/brasil/noticia/2020/09/25/sancionada-lei-que-prorroga-prazos-do-drawback-por-um-ano.ghtml

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Balança comercial tem superávit

Balança comercial tem superávit de US$ 1,395 bilhão na segunda semana de agosto

Brasília, 17 – Com a redução contínua nas importações, a balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 1,395 bilhões na segunda semana de agosto (de 10 a 16). De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, 17, pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia, o valor foi alcançado com exportações de US$ 4,145 bilhões e importações de US$ 2,750 bilhões.

Em agosto, a balança comercial acumula superávit de US$ 3,388 bilhões até o dia 16. No mês, houve ligeira queda de 0,6% na média diária das exportações na comparação com o mesmo mês do ano passado, com aumento de 31,2% em agropecuária, queda de 17,4% na indústria extrativa e de 3,6% em produtos da indústria de transformação.

Já as importações registraram queda de 22,3%, com recuo de 19,7 % em produtos da indústria de transformação, de 77,8% em indústria extrativa e de 3,3% em agropecuária.

No acumulado do ano, o saldo comercial é superavitário em US$ 33,374 bilhões, 16% a mais do que no mesmo período do ano passado.

O valor é resultado de exportações de US$ 129,781 bilhões (-6,3%) e importações de US$ 107,008 bilhões (-11,6%).

Confira os dados completos da balança comercial

Fonte: https://istoe.com.br/balanca-comercial-tem-superavit-de-us-1395-bi-na-2a-semana-de-agosto-2/

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