fbpx

Archives for Agosto 2020

Superpesado sob o verão extremo dos USA

Superpesado sob o verão extremo dos USA

Superpesado sob o verão extremo dos USA!
Mais de 6 metros de altura e mais de 8 metros de largura posicionados sob linha de 20 eixos com pórtico.
Hansa Meyer Heavy Haul & Rigging junto aos seus parceiros fazendo acontecer!


Read more
Governo estuda retirar tarifas de importação de arroz, soja e milho

Governo estuda retirar tarifas de importação de arroz, soja e milho

O Ministério da Agricultura afirmou que está considerando a possibilidade de pedir a inclusão temporária do arroz, do milho e da soja na lista de exceção à Tarifa Externa Comum (LETEC). O objetivo é equilibrar o mercado interno e coibir o aumento dos preços dos produtos das cestas básicas.

A medida está em discussão no Ministério da Agricultura e deverá ser levada à Câmara de Comércio Exterior (Camex), estruturada pela pasta e por ministérios como da Economia e de Relações Exteriores.

A proposta ainda não foi formalizada e necessita de uma solicitação anterior do setor privado. No caso do arroz, essa solicitação já foi realizada. Vale ressaltar que a alíquota de importação para países fora do Mercosul é de 12% para arroz e 8% para soja e milho.

Sendo aprovado, o pedido será adotado em caráter preventivo. De acordo com a pasta, no mês de setembro a media deverá entrar em pauta no Comitê Executivo de Gestão (GECEX), núcleo executivo colegiado da Camex.

Fonte: https://sagresonline.com.br/governo-estuda-retirar-tarifas-de-importacao-de-arroz-soja-e-milho/ 

Read more

Conheça o regime Drawback e melhore as condições de exportação da sua empresa

O regime drawback ainda é pouco conhecido em comparação a grande oportunidade que ele oferece.

Fabricantes que produzam ou vendam produtos nacionalmente podem usufruir de uma excelente vantagem junto ao mercado internacional.

O Drawback se trata de um incentivo fiscal que tem por objetivo aumentar a competitividade no comércio exterior e também oferecer melhores condições para empresas exportadoras.

Com isso, equilibra a balança comercial, o que traz um grande benefício para o país como um todo.


O que é o Drawback?

O Drawback nada mais é do que um regime especial da exportação que pode restituir, isentar ou suspender os impostos pagos na importação de matéria-prima ou componentes que serão usados em produtos que serão exportados posteriormente.

Este regime possui uma série de vantagens que beneficiam não somente os empreendedores que aproveitam esse incentivo, mas toda a relação de comércio exterior. Isso acontece para favorecer a balança comercial do país, criando também vantagem competitiva para os produtos brasileiros no exterior.

Por isso, reduzir os custos de fabricação é uma excelente forma de estimular o crescimento do setor.


Cenário da exportação

Em recente pesquisa diagóstica feita no Rio de Janeiro, refletiu um cenário ainda tímido diante das oportunidades que existem no setor.

De acordo com a Firjan, criadora do diagnóstico do comércio exterior do estado do Rio de Janeiro, a percepção de dificuldades na exportação voltou a aumentar (76%): em 2013, 71% das empresas sinalizaram encontrar entraves, percentual que havia reduzido ao longo das últimas edições.

Dentre as empresas que identificam dificuldades, a burocracia tributária foi pela primeira vez o obstáculo de maior impacto nas exportações fluminenses (47%), o que também foi apontado como principal entrave a ser combatido pelo
governo.

Frequência das Exportações (%)

Principais Entraves às Exportações (%)

Outro detalhe mencionado no diagnóstico foi a dificuldade de exportação para alguns países.

Os países mais citados foram Estados Unidos e Argentina, que também são dois dos maioresparceiros das exportações do Rio, tendo havido apenas inversão de posições entre o 1º e o 2º lugar. Já o México aparece na terceira colocação, citado por 7% dos entrevistados.

Dentre os dez países com mais dificuldade no processo de exportação, seis são da América Latina, países que possuem acordos comerciais com o Brasil para facilitação do comércio.

Destaque para a Bolívia, que em 2017 teve 2% de citações e este ano obteve 6%.

Países com mais Dificuldades no Processo de Exportação (%)

Fonte: Firjan


Quais produtos se enquadram no drawback?

Todo produto, matéria-prima ou insumo,  para ser enquadrado no regime drawback, obrigatoriamente precisa passar pela industrialização.

Sendo assim, precisa ser enquadrado em umas das 4 formas aceitáveis, sendo elas:

  • Transformado;
  • Recondicionado;
  • Montado;
  • Renovado. 

Se enquadrando em  um destes, é obrigatório que seja feita uma comprovação de que os produtos industrializados foram, de fato, exportados.


Afinal, quais são os benefícios do Drawback?

Este regime incentiva a exportação suspendendo, restituindo ou eliminando (falaremos mais abaixo sobre os tipos de regime) alguns impostos que normalmente são exigidos de produtos importados. Entre as principais contribuições, podemos destacar:

  • Imposto de Importação (II);
  • Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS);
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
  • Adicional sobre o Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM);
  • Programa de Integração Social / Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (PIS/COFINS);
  • demais taxas ligadas a prestação de serviços.
  • Por conta disto é tão vantajoso e oportuno aproveitar o incentivo que muitas empresas que se enquadram nessa modalidade ainda não usufruem.

Drawback: tipos de Regime   

Existem três modalidades do regime:

Suspensão: suspensão dos tributos sobre insumos que serão utilizados na fabricação de produtos destinados à exportação;

Isenção: dá-se através da reposição do estoque de insumos importados para a fabricação de produtos que já foram exportados;

Restituição: restituição total ou parcial de tributos que incidiram na importação de insumos utilizados na fabricação de produtos que foram exportados.
Para o sucesso da exportação, outro ponto de atenção deve ser levado em conta: as certificações de qualidade. Para entrada dos produtos estrangeiros em alguns países exige-se este fator é essencial para o sucesso das exportações.

Segundo o site da receita, o drawback de restituição praticamente não é mais utilizado. O instrumento de incentivo à exportação em exame compreende, basicamente, as modalidades de isenção e suspensão .

O Comunicado DECEX nº 21/97, alterado pelo Comunicado DECEX nº 2 (da atual Secretaria de Comércio Exterior – SECEX ), estende o benefício a algumas operações especiais. Assim, a modalidade suspensão é aplicada às seguintes operações:

Drawback Genérico

Caracterizado pela discriminação genérica da mercadoria a importar e o seu respectivo valor;

Drawback Sem Cobertura Cambial

Quando não há cobertura cambial, parcial ou total, na importação;

Drawback Solidário

Quando existe participação solidária de duas ou mais empresas;

Drawback para Fornecimento no Mercado Interno

Trata de importação de matéria-prima, produto intermediário e componente destinados à industrialização de máquinas e equipamentos no País, para serem fornecidos no mercado interno, em decorrência de licitação internacional – venda equiparada à exportação (Lei nº 8.402, de 08/01/92).

Fonte: https://www.jornalcontabil.com.br/conheca-o-regime-drawback/

Read more
Portos do Paraná avançam em tecnologia e inovação com a pandemia

Portos do Paraná avançam em tecnologia e inovação com a pandemia

A necessidade de distanciamento social imposta pela pandemia da Covid-19 fez com que, em poucos dias, a gestão operacional dos Portos do Paraná fosse adaptada para ambientes digitais. Agora, a empresa pública que administra os portos de Paranaguá e Antonina se prepara para inovar em sistemas inteligentes.

“Tivemos que nos adaptar em pouco tempo. Fizemos isso sem parar um dia sequer. Entendemos que esse é o momento de buscar um ambiente mais tecnológico para que possamos ter mais confiabilidade, eficiência e qualidade em toda operação portuária”, afirma o diretor-presidente, Luiz Fernando Garcia.

Novos projetos de modernização já foram contratados. Neste mês, a Portos do Paraná firmou uma colaboração técnica inédita com a Fundación Valenciaport, um centro de pesquisa, inovação e formação do setor logístico portuário, com sede no porto de Valência, na Espanha, e atuação em portos da Europa, América Latina, Ásia e Oriente Médio.

“A proposta é única no Brasil e vai modernizar os portos paranaenses com estratégias que são referência nos mais importantes e eficientes portos do mundo. Será um dos marcos históricos em cooperação de trabalho internacional”, destaca Garcia.


DIGITAL – Os projetos desenvolvidos em conjunto com a Valenciaport vão estruturar o Port Community System, uma plataforma de troca de dados da comunidade portuária, e do Port Collaborative Decision Making (PortCDM), um novo modelo de gerenciamento das operações marítimas, em tempo real, entre todos os agentes envolvidos nas operações de chegada e saída de navios. Além disso, a parceria discute questões de segurança digital e tecnologia de proteção de dados.

Hoje, a Portos do Paraná conta com diferentes sistemas para a gestão das operações portuárias, fluxo de caminhões, estoques de cargas recebidas, entre outras atividades. “Esses sistemas fornecem as informações necessárias para a realização das reuniões online com agentes, operadores, terminais e exportadores”, explica o chefe da Divisão de Silos, Gilmar Francener.

Os principais sistemas são o AppaWeb e o Carga Online. O primeiro é uma solução integrada de controle de operações portuárias e faturamento. É o AppaWeb que permite a interação com operadores portuários, terminais, agentes, clientes, exportadores, importadores, despachantes e sistemas externos, como da Receita Federal.

Já o Carga Online é um sistema que trabalha integrado ao AppaWeb para gerir a logística de recebimento dos granéis de exportação (descarga e armazenagem), principalmente no controle da chegada dos caminhões e vagões, com cotas diárias de desembarque, de acordo com capacidade e performance dos terminais.

“O caminhão só desce para descarga quando tem navio nominado para receber o produto. O ciclo é ordenado e, além de evitar as filas, garante o giro e a qualidade dos produtos embarcados, que não ficam muito tempo em estoque”, explica Francener.


GESTÃO – Além dos sistemas, que são ajustados com frequência, as regras são claras e as reuniões são diárias e públicas, o que garante maior transparência e eficiência à logística.

Para o diretor da Associação de Terminais do Corredor de Exportações do Porto de Paranaguá, André Maragliano, a regulamentação do porto paranaense é um grande diferencial. “São regras inteligentes que beneficiam o terminal que tenha carga e premia a operação mais produtiva. Isso gera produtividade e todos ganham, com mais agilidade em toda a operação”, afirma.

Ele lembra que o Porto de Paranaguá é um porto público, onde nove terminais privados estão conectados e usam, de maneira compartilhada, os mesmos ativos, os mesmos berços, em sistema pool. “Utilizando esse sistema, com as regras de atracação, o Corredor de Exportação ganha em eficiência e redução de custo. Isso também é uma ideia inovadora, que bem aplicada tem gerado ganhos para toda a cadeia”, afirma.

Fonte: http://www.portosdoparana.pr.gov.br/Noticia/Portos-do-Parana-avancam-em-tecnologia-e-inovacao-com-pandemia

Read more
Feiras físicas são substituídas por eventos em plataformas digitais

Em tempos de pandemia, feiras físicas são substituídas por eventos em plataformas digitais

Brasília – A pandemia do novo coronavírus impulsionou as transformações nos modelos de negócios. As tradicionais feiras físicas dão espaço cada vez maior a eventos digitais. O fato acontece tanto no ambiente doméstico quanto internacional. Neste contexto, as mostras Micam Milano (Itália), Micam America’s (Estados Unidos), Coterie (Estados Unidos) e Children’s Club (Estados Unidos), apoiadas pelo Brazilian Footwear, programa realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), firmaram parceria com a plataforma NuOrder para ocorrerem no formato digital.

A NuOrder fará um landing page exclusiva para cada um dos eventos entre os dias 1º de setembro e 15 de novembro, quando as marcas expositoras poderão expor — e vender –  seus produtos para uma base de mais de 500 mil compradores cadastrados na plataforma, a maior parte deles dos Estados Unidos, Canadá, América Central e Europa.

Na mesma modalidade ocorrerá a Sourcing at Magic, feira norte-americana reconhecida internacionalmente pela negociação de grandes volumes, entre os dias 15 de setembro e 15 de dezembro. Nesta plataforma, as empresas participantes terão a oportunidade de interagir com os compradores através de diversos pontos de contatos, podendo realizar uma abordagem pró ativa nos clientes de interesse, além de se beneficiar do serviço de matchmaking disponível no próprio site.

A iniciativa terá, ainda, um serviço de analytics, podendo a empresa avaliar em tempo real os produtos de melhores performance para atualizar sua página e coleção de acordo com os interesses dos compradores. A gestora de Projetos da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, ressalta que, nesta edição, o Brasil será o país-foco, com destaque especial em ações de promoção de imagem e um webinar sobre o potencial brasileiro como fornecedor de calçados. “No webinar – ainda sem data confirmada – traremos o tema do Brasil como alternativa para produção de calçados fora da Ásia”, adianta.


Digital

Letícia destaca que as feiras comerciais estão indo ao encontro de um modelo de negócios que ganhou impulso durante o período de alastramento da pandemia do novo coronavírus. “Já existia um processo de digitalização do mercado, que foi turbinado pelas restrições impostas pela pandemia. Hoje a empresa precisa atuar nas duas frentes, física e digital, sob pena de não sobreviver em um mercado cada vez mais concorrido e digitalizado”, comenta Letícia, que espera boa adesão de importantes redes internacionais nos eventos.

Ambas as ações estão com inscrições abertas e terão subsídio de 50% por parte do programa Brazilian Footwear. Mais informações pelo e-mailpaola@abicalcados.com.br.

(*) Com informações da Apex-Brasil

Fonte: https://www.comexdobrasil.com/em-tempos-de-pandemia-feiras-fisicas-sao-substituidas-por-eventos-em-plataformas-digitais/

Read more
Porto de Santos

Porto de Santos tem a maior movimentação entre os portos públicos do País, diz Antaq

O Porto de Santos foi o de maior movimentação entre os portos públicos do Brasil no primeiro semestre de 2020, de acordo com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). No período, o porto santista movimentou 55,7 milhões de toneladas de cargas, representando um crescimento de 10% em relação ao primeiro semestre de 2019.

Os números são do Estatístico Aquaviário da Antaq, divulgado nesta terça-feira (18) pelo órgão. Segundo o balanço, o setor portuário brasileiro (portos públicos e portos privados) movimentou 538 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2020. Em meio à pandemia da Covid-19, houve um crescimento de 4,4% em relação ao primeiro semestre de 2019, quando foram movimentados 515,2 milhões de toneladas.

O porto santista ocupou o primeiro lugar entre os portos públicos com 55,7 milhões de toneladas de cargas movimentadas. O segundo lugar do ranking ficou com o Porto de Paranaguá com 25,7 milhões de toneladas.

Santos operou 16,1 milhões de toneladas de soja, um aumento de 39% (4,5 milhões de toneladas) no período. Também foi registrado um aumento de 14% nas exportações, em relação ao primeiro semestre do ano passado.

Entre os portos privados, os principais destaques foram o Terminal Aquaviário de Angra dos Reis e o DP World Santos. O terminal da Transpetro movimentou 31,5 milhões de toneladas de petróleo, 8,7 milhões de toneladas a mais do que no primeiro semestre de 2019. Já o DP World de Santos registrou a maior movimentação de contêineres entre os portos privados, ao operar 387,2 mil TEU, um crescimento de 41% na movimentação em relação a igual período de 2019.


Mercadorias

Em relação aos tipos de carga, no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado, houve crescimento de 2,2% na movimentação de granel sólido e 15,5% de granéis líquidos.Já contêineres e carga geral solta apresentaram queda, respectivamente, de -1% e -6,2% em relação a igual período de 2019.

Entre as mercadorias que registraram crescimento de movimentação em comparação com o primeiro semestre de 2019, as principais foram petróleo e derivados (19,8%) e soja (31,4%), já minério de ferro (-9,7) e contêineres (-1%) registraram queda.


Navegação

Em relação aos tipos de navegação, foram movimentados na navegação de longo curso 375,5 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2020, um crescimento de 2,5% na comparação com igual período de 2019.

Já a navegação de cabotagem movimentou 125,4 milhões de toneladas, com 10% de crescimento. No transporte de contêineres, a cabotagem apresentou crescimento de 2,6% no período, totalizando 750 mil TEU.

Na navegação interior, a movimentação atingiu 35,4 milhões de toneladas, contabilizando crescimento de 7,8%, em relação ao primeiro semestre de 2019. Na comparação entre os primeiros semestres de 2010 e 2020, o crescimento foi de 122%.

Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/porto-mar/noticia/2020/08/19/porto-de-santos-tem-a-maior-movimentacao-entre-os-portos-publicos-do-pais-diz-antaq.ghtml

Read more
Incêndio no porto de Manaus

Bombeiros afirmam que incêndio em contêineres dentro de porto em Manaus está controlado e “não há risco de explosão”

O incêndio de grandes proporções , que atingiu contêineres dentro de um porto privado na Zona Sul de Manaus, na tarde desta terça-feira (18), está controlado, segundo o chefe do Estado Maior Geral do Corpo de Bombeiros, coronel Jair Ruas Braga. O trabalho da corporação no local de combate às chamas do sinistro já passa de 15 horas. Ainda segundo o militar, “não há risco de explosão”.

Por volta das 10h45 desta quarta-feira (19), o coronel informou que oito contêineres do porto privado foram atingidos parcialmente, e 400 mil litros de água já foram utilizados nesse processo de combate às chamas. Ao todo, 30 militares atuam no controle.

“O fogo tá controlado e confinado. Não há mais risco e estamos, agora, na parte de resfriamento e vamos debelar [o fogo] para fase de rescaldo”, disse.

Durante o pronunciamento dos coronel, a reportagem constatou, novamente, uma forte nuvem preta de fumaça que chegou a reduzir no início da manhã.

“Dentro do contêiner não dá para saber [agora] o que está queimando e, por isso, estamos fazendo o combate. A fumaça preta é algum material que está lá dentro e ainda não sabemos o que é. Como a temperatura está muito alta, está derretendo e, junto à empresa, estamos tirando os contêineres para avançar no processo e realizar o resfriamento e o abafamento”, explicou.

Segundo o coronel, foi verificado que havia materiais plásticos dentro de alguns contêineres. Para o processo de combate, ele disse que foi utilizado líquido gerador de espuma (LGE) para reforçar o abafamento do fogo.

Questionado sobre o término do rescaldo no local, Braga disse crer que os bombeiros devem “entrar pela noite”, pois ainda retiram alguns contêineres para, assim, alcançar o foco do fogo. Ele afirmou que a área foi isolada e o trabalho dentro da empresa segue normal.


O incêndio

Foto: Eliana Nascimento/G1 AM

O incêndio de grandes proporções teve início por volta das 16h20 em um porto privado, na Zona Sul de Manaus, na tarde desta terça-feira (18). As equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas para o local. Ninguém ficou ferido.

Conforme os bombeiros, um raio teria atingido um contêiner e iniciado o incêndio no local. Pelo menos seis contêineres já haviam sido atingidos pelo fogo até a chegada da primeira equipe. Ainda segundo os bombeiros, 35 contêineres estão dispostos na área.

Fonte: https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2020/08/19/bombeiros-afirmam-que-incendio-em-conteineres-dentro-de-porto-privado-em-manaus-esta-controlado-e-que-nao-ha-risco-de-explosao.ghtml

Read more
Balança comercial tem superávit

Balança comercial tem superávit de US$ 1,395 bilhão na segunda semana de agosto

Brasília, 17 – Com a redução contínua nas importações, a balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 1,395 bilhões na segunda semana de agosto (de 10 a 16). De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, 17, pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia, o valor foi alcançado com exportações de US$ 4,145 bilhões e importações de US$ 2,750 bilhões.

Em agosto, a balança comercial acumula superávit de US$ 3,388 bilhões até o dia 16. No mês, houve ligeira queda de 0,6% na média diária das exportações na comparação com o mesmo mês do ano passado, com aumento de 31,2% em agropecuária, queda de 17,4% na indústria extrativa e de 3,6% em produtos da indústria de transformação.

Já as importações registraram queda de 22,3%, com recuo de 19,7 % em produtos da indústria de transformação, de 77,8% em indústria extrativa e de 3,3% em agropecuária.

No acumulado do ano, o saldo comercial é superavitário em US$ 33,374 bilhões, 16% a mais do que no mesmo período do ano passado.

O valor é resultado de exportações de US$ 129,781 bilhões (-6,3%) e importações de US$ 107,008 bilhões (-11,6%).

Confira os dados completos da balança comercial

Fonte: https://istoe.com.br/balanca-comercial-tem-superavit-de-us-1395-bi-na-2a-semana-de-agosto-2/

Read more
Imagem: Ricardo Lima / Aeroportos Brasil Viracopos

Viracopos anuncia novo mega galpão de apoio à logística aeroportuária

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), terá um condomínio de galpões especial para manutenção de equipamentos das empresas de serviços auxiliares de solo e empresas de logística. As obras foram iniciadas nesta semana e devem ser concluídas em oito meses.

O centro irá se chamar Avir Viracopos Logística Aeroportuária e deve passar a funcionar em março de 2021. O local terá 7.400 m² de galpão coberto e mais 13 mil m² destinados à manobra de caminhões e estacionamento, separados de forma modular com o tamanho das áreas variando entre 800 m² e 400 m², com docas para carga e descarga.

Trata-se de um empreendimento com todos os requisitos técnicos para as operações de carga e manutenção de equipamentos, com instalações modernas que utilizam o que há de mais atual em termos de padrão construtivo.

O espaço será alugado a empresas usuárias do aeroporto, e cinco empresas já assinaram contrato para usar as instalações. O empreendimento é realizado por meio de uma parceria entre a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos e as empresas JBens, Zavit Capital, RC Sollis e BF Participações.

O empreendimento está em uma área nobre do aeroporto, com acesso fácil ao ‘lado ar’, não apenas facilitando o deslocamento de equipamentos destinados a manutenção, mas também gerando agilidade e rapidez nas operações de carga no pátio de aeronaves. 

“Apesar de todos os desafios do momento, este empreendimento é uma demonstração clara de que os investimentos seguem firmes em Viracopos. Não tenho a menor dúvida que os investimentos continuarão a acontecer, pois há muito espaço para novas oportunidades dentro do complexo aeroportuário”, disse o diretor-presidente de Viracopos, Gustavo Müssnich.

Informações oficiais da Aeroportos Brasil Viracopos


Read more

O que é e como funciona o código CFOP

O CFOP é uma chave numérica de quatro dígitos utilizada para classificar mercadorias e identificar os prestadores de serviços.
As relações de compra de produtos entre localidades diferentes envolvem uma série de siglas e processos que garantem a sua legalidade. São muitos os protocolos e códigos que precisam ser observados, especialmente para quem realiza transações comerciais com outros países.

Um deles é o Código Fiscal de Operações e Prestações, ou simplesmente, CFOP, que identifica a natureza da circulação de uma mercadoria ou da prestação do serviço de transporte.

É o mecanismo por meio do qual o governo fica sabendo se um produto está entrando ou saindo do país. Ele é necessário para que o processo de importação e exportação fique transparente para a Receita Federal.
A falta deste código pode significar desde o atraso na entrega de produtos até a retenção de mercadorias. Conhecer os detalhes e saber para que serve o CFOP é fundamental para que as empresas estejam de acordo com a lei e evitem problemas com o fisco.

O que é CFOP?

O CFOP é uma chave numérica de quatro dígitos utilizada para classificar mercadorias e identificar os prestadores de serviços responsáveis por transportá-las nas esferas intermunicipal e interestadual. É por meio desse código que o governo federal fiscaliza as importações e exportações e define se a operação fiscal deverá ou não recolher o Imposto de Renda. Por essa razão, ele deve estar devidamente registrado em todos os documentos fiscais da empresa: notas e livros fiscais, arquivos magnéticos e outros que sejam exigidos pela lei.

Como registrar?

Para deixar tudo mais claro e facilmente identificado pela Receita Federal, o controle de entrada e saída de mercadorias é feito de forma padronizada.
Os códigos iniciados com 1, 2 e 3 indicam entrada e/ou aquisições de serviço do estado, de outros estados e do exterior, respectivamente.
Já os códigos começados com 5, 6 e 7 indicam saídas ou prestações de serviço para o estado, para outros estados e para o exterior, respectivamente.
Na sequência desse primeiro dígito, que informa a natureza da operação, ainda terá outro que identificará qual o grupo ou a operação referido no documento fiscal.
E, por último, os terceiro e quarto dígitos, que especificam o tipo de prestação ou operação.

Como são mais de 500 tipos de combinações possíveis, é fundamental ter a tabela CFOP atualizada sempre em mãos. Não dá para confiar na memória.
Isso vai evitar que erros tragam prejuízos ao processo de compra e venda de mercadorias.

Por que o CFOP é importante?

Embora sua principal finalidade seja tornar o processo de compra e venda transparente para a Receita Federal, o CFOP também é uma excelente ferramenta de gestão empresarial.
Ao identificar as mercadorias por meio de códigos numéricos e, obrigatoriamente, registrá-los em seus livros fiscais, o empreendedor consegue ter maior controle de produtos de estoque e número de pedidos. Com isso, perdas por excesso ou falta são evitadas.
Além do controle de estoque, por meio do CFOP, ainda é possível preencher a nota fiscal eletrônica e otimizar o serviço prestado, conciliando essa etapa ao fluxo administrativo.
O processo é bem burocrático e cheio de detalhes, mas oferece vantagens.


Read more